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4/14/2020

PREVENÇÃO: Cárie precoce em crianças pode ser evitada com a prevenção

Reabilitação

O Journal of Dental Research é uma publicação americana que divulga estudos científicos da área odontológica.

De acordo com o veículo, entre 60 e 90% das crianças e quase 100% dos adultos de todo o mundo têm cárie.

Relatou-se ainda que os problemas bucais afetam 3,9 bilhões de pessoas, onde a periodontite severa e as cáries em dentes de leite estão fortemente presentes.


Informações como essas alertam para a necessidade de uma prática importante: a prevenção!

Para incentivar essa prática e contribuir com a saúde bucal desse público, a Clínica de Odontologia da Unoeste, localizada no campus I da universidade, oferece serviços gratuitos de odontobebê (de 0 a 4 anos) e odontopediatria (4 a 14 anos).

“Realizamos atendimentos de prevenção à cárie dentária como profilaxia, aplicação tópica de flúor e selantes. Prestamos também ações curativas como restaurações, canal, exodontia e ortodontia preventiva”, explica a professora Karine Takahashi.

Veja Também: PREVENÇÃO : Como fazer a higiene bucal dos bebês

Mesmo que não possuam dentes, ela explica que é preciso uma atenção especial com os bebês. “Fornecemos orientações de dieta, higiene e aleitamento, além da aplicação de flúor e acompanhamento do desenvolvimento da dentição”.

Esse trabalho é importante, pois a cárie precoce da infância tem alta prevalência, atingindo principalmente a faixa etária entre 0 e 3 anos, que se alimentam no período noturno. “Essa cárie é altamente agressiva, influenciando no crescimento, desenvolvimento e qualidade de vida da criança”, destaca a docente.

Residente em Presidente Bernardes (SP), Luciana Restani Valentim Junqueira é mãe de Maria Julia de um ano e quatro meses. “Toda a noite eu amamento a minha filha e essa prática acarretou em problemas bucais.

Muitos acham que só o leite de mamadeira causa a cárie por causa do açúcar. Isso é uma ideia equivocada que pude constatar na prática”. Comenta que a cárie na pequena Ana Julia foi descoberta na clínica da universidade. “Estou tranquila, pois sei que aqui a minha filha recebe todos os cuidados necessários”, diz, destacando a estrutura do local.

Quem também está sendo atendida na universidade, por meio da odontopediatria, é Mirelly Vitória Piovan Ribeiro de 7 anos. “Fomos encaminhados para cá depois que passamos na UBS do bairro prudentino Brasil Novo”, conta a mãe da criança, Lucimara Piovan Santos.

Ela conta que não sabia dos serviços prestados para essa faixa etária. “Quando solteira já fiz tratamento aqui e, atualmente, meu marido Damião também é beneficiado pelo local. Estou feliz em poder trazer a minha filha para essa iniciativa, pois não teria condições financeiras de arcar com os custos”.

investimentosenoticias.com.br

4/05/2020

ORTODONTIA : Mordida cruzada anterior: o que é e quando ela deve ser corrigida

Ortodontia

A correção da deficiência de crescimento para frente do maxilar superior, usualmente, é realizada com aparelho ortopédico

A mordida cruzada anterior é uma das alterações de posicionamento dos dentes mais comuns entre crianças e adultos.

O que caracteriza essa modificação é quando a arcada dentária superior (maxila) não se encaixa corretamente com a inferior (mandíbula), projetando o queixo da pessoa para frente e gerando um aspecto facial antiestético.



Segundo a especialista e professora do Programa de Mestrado em Ortodontia da Universidade UNG/UNIVERITAS, Fernanda Angelieri, a criança com mordida cruzada anterior deverá ser examinada por um ortodontista, sendo a recomendação da idade entre 4 e 5 anos.

“O profissional verificará se esta mordida cruzada se deve à inclinação incorreta dos dentes anteriores, ou se é um problema dos ossos da face da criança”, explica.

A situação mais comum é o posicionamento do maxilar superior para trás, devido a uma deficiência de crescimento deste osso para frente. Normalmente, esta deficiência é genética e outros familiares poderão ter a mordida cruzada anterior, o que agrava ainda mais o quadro.

Veja Também: ORTODONTIA interceptativa: Correção da mordida cruzada anterior dentária

A correção do fechamento das arcadas dentárias, usualmente, é realizada com aparelhos ortopédicos. "Eles são úteis para o tratamento ortodôntico em caso de desarmonia esquelética e devem ser utilizados entre 4 e 10 anos de idade.

Quanto mais cedo for iniciado o tratamento, melhores as chances de correção óssea", reforça a especialista.

Após os 10 anos, normalmente, o tratamento ortopédico não traz bons resultados, pois a maxila cresce pouco e já se encontra unida aos outros ossos da face da criança.

A opção de tratamento depois dessa idade pode se restringir a cirurgias da mandíbula e maxila na idade adulta, com necessidade de anestesia geral e internação hospitalar.

segs.com.br



ENDODONTIA : Terapia pulpar em dentes decíduos e permanentes jovens

Endodontia

O objetivo básico da terapia pulpar é manter a integridade dos dentes e de seus tecidos de suporte.

É desejável manter a vitalidade pulpar de um dente afetado por lesão de cárie, lesão traumática ou outras injúrias. No entanto, um dente desvitalizado pode manter-se clinicamente funcional.

As indicações, os objetivos e o tipo de terapia dependem do diagnóstico obtido – polpa saudável, pulpite reversível, pulpite irreversível ou necrose pulpar.



Testes de sensibilidade pulpar (elétricos e térmicos) podem ser úteis em dentes permanentes, mas não são recomendados para dentes decíduos, em função de respostas não confiáveis.

Dentes que apresentarem sinais ou sintomas como história de dor espontânea, fístula, inflamação periodontal não resultante de gengivite ou periodontite, mobilidade não compatível com trauma ou período de rizólise, radiolucidez apical ou na região de furca, reabsorções interna ou externa são compatíveis com diagnóstico de pulpite irreversível ou necrose pulpar. Estas características indicam o tratamento endodôntico.

Veja Também: Reabilitação estética e funcional em paciente com cárie severa da infância: relato de caso

Dentes que apresentarem dor provocada de curta duração ou por escovação, aliviada com a remoção do estímulo e uso de analgésicos, são compatíveis com o diagnóstico de pulpite reversível e candidatos à terapia para polpa vital que vão deste o capeamento pulpar indireto até a pulpotomia.

LEIA ARTIGO COMPLETO AQUI


°abodontopediatria.org.br
°Autores : Fernando Borba de Araújo / Maria de Lourdes de Andrade Massara / Célio Percinoto / Ítalo Medeiros Faraco Júnior



4/04/2020

Radiografia dental em crianças e segurança

Radiología

Os raios-x são usados ​​na odontologia pediátrica por vários motivos e são considerados ferramentas de diagnóstico valiosas. A radiografia é o tipo de processo de imagem médica usada na odontologia para diagnosticar possíveis males e doenças nos dentes.

Ao respeitar as medidas de precaução corretas, a radiografia dentária pediátrica possui um risco muito baixo de causar efeitos negativos para a saúde.

Há várias razões pelas quais os benefícios das radiografias dentárias são maiores e mais importantes que os riscos.



POR QUE OS RAIOS-X DENTAIS SÃO IMPORTANTES?

Os dentistas pediátricos utilizam rotineiramente a radiografia dental para fins diagnósticos e preventivos. Os raios-x são necessários para encontrar certas decomposições dentárias ou doenças que não podem ser vistas no exame visual.

As radiografias dentárias ajudam o dentista pediátrico de diversas maneiras:

°Verificar a quantidade de espaço na boca disponível para dentes permanentes que ainda não entraram em erupção;
°Determinar se os dentes primários estão sendo perdidos rápido o suficiente para que os dentes permanentes cresçam corretamente;
°Conferir se todos os dentes adultos estão presentes abaixo da linha da gengiva, se existem dentes extras, ou se há alguma falta antes dos dentes começarem a nascer;
°Prever aproximadamente quando os dentes do siso irão nascer e se serão impactados ou incapazes de aparecer devido a problemas como a inibição da estrutura óssea ou outros dentes;
°Ajudar os dentistas pediátricos a poderem especificar tratamentos odontológicos antecipados que possam ser necessários para uma criança.

Veja Também: Técnicas radiográficas para pacientes pediátricos com necessidades especiais na Odontologia

QUANTAS VEZES AS CRIANÇAS PRECISAM FAZER RAIOS-X DENTAIS?

As radiografias dentais não são tomadas em cada check-up. Isso dependerá do caso e das circunstâncias individuais de cada criança. O dentista pediátrico irá prescrever radiografias dentárias conforme necessário para cada criança.

Por razões de segurança, no entanto, a radiografia digital é usada minimamente para obter uma grande quantidade de informações diagnósticas e preventivas durante os anos de crescimento e desenvolvimento.

Crianças com um risco mais elevado do que o normal para a cárie dental podem precisar de raios-x com mais frequência, conforme sugerido pelo dentista pediátrico, para acompanhar as variações na condição e saúde dos dentes. Para crianças consideradas com baixo a normal risco de cárie dentária, o dentista pode recomendar um conjunto de raios-x dentários a serem tomados a cada um ou dois anos.

QUÃO SEGURA É A RADIOGRAFIA DENTAL PARA CRIANÇAS?

As radiografias dentárias são consideradas muito seguras e de baixo risco para crianças. A radiografia digital, a forma mais nova e segura de radiografia, é o único método pelo qual se registram imagens da boca de uma criança. A radiografia digital gera apenas a quantidade mínima de radiação necessária para gravar uma imagem.

Além disso, o dentista pediátrico empregará várias medidas de segurança para garantir que a criança não sofra nenhum dano excessivo aos tecidos ou células corporais devido ao processo de raio-x. Um colete / avental de chumbo será colocado sobre a criança para evitar que o corpo se submeta a qualquer exposição estranha.

Os avanços tecnológicos permitem que o dentista separe apenas certas seções da boca para serem radiografadas individualmente, enquanto o resto da boca e cabeça ficam protegidos da exposição. O dentista usará proteções especiais para cobrir as partes do rosto que não precisam de raio-x.

Se você tiver dúvidas ou preocupações sobre a radiografia digital e a segurança de raios-x para o seu filho, certifique-se de pedir ao dentista pediátrico que explique os processos de raios-x, procedimentos, medidas de precaução e uso de máquinas.

tepe.com.br
RAIO-X EM CRIANÇAS E SEGURANÇA



4/03/2020

Técnicas de manejo em ODONTOPEDIATRIA


Cirurgiões-dentistas que atendem crianças, além de serem habilitados no uso dos procedimentos técnicos, devem estar preparados para lidar com o seu comportamento.

Técnicas de controle de comportamento são a principal arma de trabalho do Odontopediatra.

São elas que o diferenciam do clínico geral, pois têm a capacidade de prover atendimento a crianças muito novas, portadoras de deficiência, amedrontadas, rebeldes ou com algum distúrbio comportamental que dificulte o seu tratamento.

Essa bactéria, como a da espécie Prevotella melaninogênica, deixa a parte interna dos dentes com coloração enegrecida.

As situações mais difíceis enfrentadas pelos odontopediatras são aquelas em que as crianças, principalmente as mais novas, não colaboram com a realização do tratamento, chorando, gritando, movimentando a cabeça e o corpo, e fazendo tentativas de sair da cadeira.

Esses comportamentos de não colaboração são, geralmente, atribuídos ao medo, a traumas, a condições fisiológicas ou a outros fatores inerentes ao indivíduo.

Veja também: SAÚDE BUCAL da gestante e do bebê


Youtube / Telessaúde RS - UFRGS



4/02/2020

Como tirar o medo da criança de ir ao dentista?

Odontopediatria

Os medos que se desenvolvem ou se apresentam a partir da infância são produto de influências ou agentes externos.

Especialmente, das atitudes e das opiniões dos adultos.

Em outras palavras, o medo de ir ao dentista pode surgir devido à forma como os adultos projetam sua imagem. Por outro lado, também pode surgir como parte do temor em relação ao desconhecido.

O medo de se sentar na cadeira do dentista é um dos transtornos reconhecidos pela Organização Mundial da Saúde. Ela afirma que, pelo menos 15% da população de um país sofre com esse problema.

Mesmo assim, o tema das crianças com medo de dentista ainda tem muito mais para ser investigado, já que os fatores avaliados também influenciam na experiência.

Veja Também: CRIANÇAS PODEM APRENDER A USAR O FIO DENTAL DESDE CEDO

Dessa forma, a Universidade Hebrea de Jerusalém, realizou um estudo em que foi monitorado o nível de ansiedade de um grupo de crianças que estava realizando uma limpeza bucal.

Uma parte da grupo foi a um consultório que possuía luzes coloridas, música e outros detalhes. Enquanto a outra parte do grupo se dirigiu a um consultório normal.


Youtube / Clinica Amai - Dentista de Criança



Mantenedores de Espaço e sua Aplicação Clínica

Ortodontia

A perda precoce de dentes decíduos devido a cárie dentária ainda é muito freqüente em crianças brasileiras.

É de responsabilidade do Clínico Geral e, principalmente, do Odontopediatra e do Ortodontista orientar a população infantil e seus pais sobre a importância da preservação dos dentes decíduos.

Assim, este trabalho tem a fi nalidade precípua de abordar os diferentes tipos de mantenedores de espaço, com suas indicações, contra-indicações, vantagens e desvantagens, bem como sua aplicação clínica.

INTRODUÇÃO : Durante o desenvolvimento da dentadura decídua para a mista e permanente, a ocorrência de anormalidades é um fato que pode estar presente constantemente.

Nos arcos dentários, a mais freqüente é a discrepância entre o espaço presente e o espaço requerido para a irrupção e acomodação de todos os dentes permanentes.

Veja Também: ODONTOPEDIATRIA : O que é Ulectomia?

A perda parcial ou total da estrutura dentária acarreta uma diminuição do espaço disponível no arco dentário, provocando um dese-quilíbrio estrutural e funcional (CORREA, 1996; GRABER, 1972; SILVA, 1999).

Cada dente se mantém harmoniosamente na sua correta posição, alinhado com contatos proximais em curvas semi-elípticas para a maxila e parabólica para a mandíbula, recebendo a ação de forças musculares externas e internas (mecanismo do bucinador e da língua, respectivamente).

Se uma destas forças for alterada ou removida, fatalmente ocorrerão mudanças no relacionamento dos dentes adjacentes com migrações dentárias e, assim, perdas de espaço, levando a uma desarmonia oclusal com conseqüências deletérias ao sistema estomatognático da criança (ALMEIDA et al., 1999).

LEIA ARTIGO COMPLETO AQUI


dtscience.com
Renato Rodrigues de ALMEIDA / Renata Rodrigues de ALMEIDA-PEDRIN / Marcio Rodrigues de ALMEIDA