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4/14/2020

PREVENÇÃO: Cárie precoce em crianças pode ser evitada com a prevenção

Reabilitação

O Journal of Dental Research é uma publicação americana que divulga estudos científicos da área odontológica.

De acordo com o veículo, entre 60 e 90% das crianças e quase 100% dos adultos de todo o mundo têm cárie.

Relatou-se ainda que os problemas bucais afetam 3,9 bilhões de pessoas, onde a periodontite severa e as cáries em dentes de leite estão fortemente presentes.


Informações como essas alertam para a necessidade de uma prática importante: a prevenção!

Para incentivar essa prática e contribuir com a saúde bucal desse público, a Clínica de Odontologia da Unoeste, localizada no campus I da universidade, oferece serviços gratuitos de odontobebê (de 0 a 4 anos) e odontopediatria (4 a 14 anos).

“Realizamos atendimentos de prevenção à cárie dentária como profilaxia, aplicação tópica de flúor e selantes. Prestamos também ações curativas como restaurações, canal, exodontia e ortodontia preventiva”, explica a professora Karine Takahashi.

Veja Também: PREVENÇÃO : Como fazer a higiene bucal dos bebês

Mesmo que não possuam dentes, ela explica que é preciso uma atenção especial com os bebês. “Fornecemos orientações de dieta, higiene e aleitamento, além da aplicação de flúor e acompanhamento do desenvolvimento da dentição”.

Esse trabalho é importante, pois a cárie precoce da infância tem alta prevalência, atingindo principalmente a faixa etária entre 0 e 3 anos, que se alimentam no período noturno. “Essa cárie é altamente agressiva, influenciando no crescimento, desenvolvimento e qualidade de vida da criança”, destaca a docente.

Residente em Presidente Bernardes (SP), Luciana Restani Valentim Junqueira é mãe de Maria Julia de um ano e quatro meses. “Toda a noite eu amamento a minha filha e essa prática acarretou em problemas bucais.

Muitos acham que só o leite de mamadeira causa a cárie por causa do açúcar. Isso é uma ideia equivocada que pude constatar na prática”. Comenta que a cárie na pequena Ana Julia foi descoberta na clínica da universidade. “Estou tranquila, pois sei que aqui a minha filha recebe todos os cuidados necessários”, diz, destacando a estrutura do local.

Quem também está sendo atendida na universidade, por meio da odontopediatria, é Mirelly Vitória Piovan Ribeiro de 7 anos. “Fomos encaminhados para cá depois que passamos na UBS do bairro prudentino Brasil Novo”, conta a mãe da criança, Lucimara Piovan Santos.

Ela conta que não sabia dos serviços prestados para essa faixa etária. “Quando solteira já fiz tratamento aqui e, atualmente, meu marido Damião também é beneficiado pelo local. Estou feliz em poder trazer a minha filha para essa iniciativa, pois não teria condições financeiras de arcar com os custos”.

investimentosenoticias.com.br

4/05/2020

ORTODONTIA : Mordida cruzada anterior: o que é e quando ela deve ser corrigida

Ortodontia

A correção da deficiência de crescimento para frente do maxilar superior, usualmente, é realizada com aparelho ortopédico

A mordida cruzada anterior é uma das alterações de posicionamento dos dentes mais comuns entre crianças e adultos.

O que caracteriza essa modificação é quando a arcada dentária superior (maxila) não se encaixa corretamente com a inferior (mandíbula), projetando o queixo da pessoa para frente e gerando um aspecto facial antiestético.



Segundo a especialista e professora do Programa de Mestrado em Ortodontia da Universidade UNG/UNIVERITAS, Fernanda Angelieri, a criança com mordida cruzada anterior deverá ser examinada por um ortodontista, sendo a recomendação da idade entre 4 e 5 anos.

“O profissional verificará se esta mordida cruzada se deve à inclinação incorreta dos dentes anteriores, ou se é um problema dos ossos da face da criança”, explica.

A situação mais comum é o posicionamento do maxilar superior para trás, devido a uma deficiência de crescimento deste osso para frente. Normalmente, esta deficiência é genética e outros familiares poderão ter a mordida cruzada anterior, o que agrava ainda mais o quadro.

Veja Também: ORTODONTIA interceptativa: Correção da mordida cruzada anterior dentária

A correção do fechamento das arcadas dentárias, usualmente, é realizada com aparelhos ortopédicos. "Eles são úteis para o tratamento ortodôntico em caso de desarmonia esquelética e devem ser utilizados entre 4 e 10 anos de idade.

Quanto mais cedo for iniciado o tratamento, melhores as chances de correção óssea", reforça a especialista.

Após os 10 anos, normalmente, o tratamento ortopédico não traz bons resultados, pois a maxila cresce pouco e já se encontra unida aos outros ossos da face da criança.

A opção de tratamento depois dessa idade pode se restringir a cirurgias da mandíbula e maxila na idade adulta, com necessidade de anestesia geral e internação hospitalar.

segs.com.br



ENDODONTIA : Terapia pulpar em dentes decíduos e permanentes jovens

Endodontia

O objetivo básico da terapia pulpar é manter a integridade dos dentes e de seus tecidos de suporte.

É desejável manter a vitalidade pulpar de um dente afetado por lesão de cárie, lesão traumática ou outras injúrias. No entanto, um dente desvitalizado pode manter-se clinicamente funcional.

As indicações, os objetivos e o tipo de terapia dependem do diagnóstico obtido – polpa saudável, pulpite reversível, pulpite irreversível ou necrose pulpar.



Testes de sensibilidade pulpar (elétricos e térmicos) podem ser úteis em dentes permanentes, mas não são recomendados para dentes decíduos, em função de respostas não confiáveis.

Dentes que apresentarem sinais ou sintomas como história de dor espontânea, fístula, inflamação periodontal não resultante de gengivite ou periodontite, mobilidade não compatível com trauma ou período de rizólise, radiolucidez apical ou na região de furca, reabsorções interna ou externa são compatíveis com diagnóstico de pulpite irreversível ou necrose pulpar. Estas características indicam o tratamento endodôntico.

Veja Também: Reabilitação estética e funcional em paciente com cárie severa da infância: relato de caso

Dentes que apresentarem dor provocada de curta duração ou por escovação, aliviada com a remoção do estímulo e uso de analgésicos, são compatíveis com o diagnóstico de pulpite reversível e candidatos à terapia para polpa vital que vão deste o capeamento pulpar indireto até a pulpotomia.

LEIA ARTIGO COMPLETO AQUI


°abodontopediatria.org.br
°Autores : Fernando Borba de Araújo / Maria de Lourdes de Andrade Massara / Célio Percinoto / Ítalo Medeiros Faraco Júnior



4/04/2020

Radiografia dental em crianças e segurança

Radiología

Os raios-x são usados ​​na odontologia pediátrica por vários motivos e são considerados ferramentas de diagnóstico valiosas. A radiografia é o tipo de processo de imagem médica usada na odontologia para diagnosticar possíveis males e doenças nos dentes.

Ao respeitar as medidas de precaução corretas, a radiografia dentária pediátrica possui um risco muito baixo de causar efeitos negativos para a saúde.

Há várias razões pelas quais os benefícios das radiografias dentárias são maiores e mais importantes que os riscos.



POR QUE OS RAIOS-X DENTAIS SÃO IMPORTANTES?

Os dentistas pediátricos utilizam rotineiramente a radiografia dental para fins diagnósticos e preventivos. Os raios-x são necessários para encontrar certas decomposições dentárias ou doenças que não podem ser vistas no exame visual.

As radiografias dentárias ajudam o dentista pediátrico de diversas maneiras:

°Verificar a quantidade de espaço na boca disponível para dentes permanentes que ainda não entraram em erupção;
°Determinar se os dentes primários estão sendo perdidos rápido o suficiente para que os dentes permanentes cresçam corretamente;
°Conferir se todos os dentes adultos estão presentes abaixo da linha da gengiva, se existem dentes extras, ou se há alguma falta antes dos dentes começarem a nascer;
°Prever aproximadamente quando os dentes do siso irão nascer e se serão impactados ou incapazes de aparecer devido a problemas como a inibição da estrutura óssea ou outros dentes;
°Ajudar os dentistas pediátricos a poderem especificar tratamentos odontológicos antecipados que possam ser necessários para uma criança.

Veja Também: Técnicas radiográficas para pacientes pediátricos com necessidades especiais na Odontologia

QUANTAS VEZES AS CRIANÇAS PRECISAM FAZER RAIOS-X DENTAIS?

As radiografias dentais não são tomadas em cada check-up. Isso dependerá do caso e das circunstâncias individuais de cada criança. O dentista pediátrico irá prescrever radiografias dentárias conforme necessário para cada criança.

Por razões de segurança, no entanto, a radiografia digital é usada minimamente para obter uma grande quantidade de informações diagnósticas e preventivas durante os anos de crescimento e desenvolvimento.

Crianças com um risco mais elevado do que o normal para a cárie dental podem precisar de raios-x com mais frequência, conforme sugerido pelo dentista pediátrico, para acompanhar as variações na condição e saúde dos dentes. Para crianças consideradas com baixo a normal risco de cárie dentária, o dentista pode recomendar um conjunto de raios-x dentários a serem tomados a cada um ou dois anos.

QUÃO SEGURA É A RADIOGRAFIA DENTAL PARA CRIANÇAS?

As radiografias dentárias são consideradas muito seguras e de baixo risco para crianças. A radiografia digital, a forma mais nova e segura de radiografia, é o único método pelo qual se registram imagens da boca de uma criança. A radiografia digital gera apenas a quantidade mínima de radiação necessária para gravar uma imagem.

Além disso, o dentista pediátrico empregará várias medidas de segurança para garantir que a criança não sofra nenhum dano excessivo aos tecidos ou células corporais devido ao processo de raio-x. Um colete / avental de chumbo será colocado sobre a criança para evitar que o corpo se submeta a qualquer exposição estranha.

Os avanços tecnológicos permitem que o dentista separe apenas certas seções da boca para serem radiografadas individualmente, enquanto o resto da boca e cabeça ficam protegidos da exposição. O dentista usará proteções especiais para cobrir as partes do rosto que não precisam de raio-x.

Se você tiver dúvidas ou preocupações sobre a radiografia digital e a segurança de raios-x para o seu filho, certifique-se de pedir ao dentista pediátrico que explique os processos de raios-x, procedimentos, medidas de precaução e uso de máquinas.

tepe.com.br
RAIO-X EM CRIANÇAS E SEGURANÇA



4/03/2020

Técnicas de manejo em ODONTOPEDIATRIA


Cirurgiões-dentistas que atendem crianças, além de serem habilitados no uso dos procedimentos técnicos, devem estar preparados para lidar com o seu comportamento.

Técnicas de controle de comportamento são a principal arma de trabalho do Odontopediatra.

São elas que o diferenciam do clínico geral, pois têm a capacidade de prover atendimento a crianças muito novas, portadoras de deficiência, amedrontadas, rebeldes ou com algum distúrbio comportamental que dificulte o seu tratamento.

Essa bactéria, como a da espécie Prevotella melaninogênica, deixa a parte interna dos dentes com coloração enegrecida.

As situações mais difíceis enfrentadas pelos odontopediatras são aquelas em que as crianças, principalmente as mais novas, não colaboram com a realização do tratamento, chorando, gritando, movimentando a cabeça e o corpo, e fazendo tentativas de sair da cadeira.

Esses comportamentos de não colaboração são, geralmente, atribuídos ao medo, a traumas, a condições fisiológicas ou a outros fatores inerentes ao indivíduo.

Veja também: SAÚDE BUCAL da gestante e do bebê


Youtube / Telessaúde RS - UFRGS



4/02/2020

Como tirar o medo da criança de ir ao dentista?

Odontopediatria

Os medos que se desenvolvem ou se apresentam a partir da infância são produto de influências ou agentes externos.

Especialmente, das atitudes e das opiniões dos adultos.

Em outras palavras, o medo de ir ao dentista pode surgir devido à forma como os adultos projetam sua imagem. Por outro lado, também pode surgir como parte do temor em relação ao desconhecido.

O medo de se sentar na cadeira do dentista é um dos transtornos reconhecidos pela Organização Mundial da Saúde. Ela afirma que, pelo menos 15% da população de um país sofre com esse problema.

Mesmo assim, o tema das crianças com medo de dentista ainda tem muito mais para ser investigado, já que os fatores avaliados também influenciam na experiência.

Veja Também: CRIANÇAS PODEM APRENDER A USAR O FIO DENTAL DESDE CEDO

Dessa forma, a Universidade Hebrea de Jerusalém, realizou um estudo em que foi monitorado o nível de ansiedade de um grupo de crianças que estava realizando uma limpeza bucal.

Uma parte da grupo foi a um consultório que possuía luzes coloridas, música e outros detalhes. Enquanto a outra parte do grupo se dirigiu a um consultório normal.


Youtube / Clinica Amai - Dentista de Criança



Mantenedores de Espaço e sua Aplicação Clínica

Ortodontia

A perda precoce de dentes decíduos devido a cárie dentária ainda é muito freqüente em crianças brasileiras.

É de responsabilidade do Clínico Geral e, principalmente, do Odontopediatra e do Ortodontista orientar a população infantil e seus pais sobre a importância da preservação dos dentes decíduos.

Assim, este trabalho tem a fi nalidade precípua de abordar os diferentes tipos de mantenedores de espaço, com suas indicações, contra-indicações, vantagens e desvantagens, bem como sua aplicação clínica.

INTRODUÇÃO : Durante o desenvolvimento da dentadura decídua para a mista e permanente, a ocorrência de anormalidades é um fato que pode estar presente constantemente.

Nos arcos dentários, a mais freqüente é a discrepância entre o espaço presente e o espaço requerido para a irrupção e acomodação de todos os dentes permanentes.

Veja Também: ODONTOPEDIATRIA : O que é Ulectomia?

A perda parcial ou total da estrutura dentária acarreta uma diminuição do espaço disponível no arco dentário, provocando um dese-quilíbrio estrutural e funcional (CORREA, 1996; GRABER, 1972; SILVA, 1999).

Cada dente se mantém harmoniosamente na sua correta posição, alinhado com contatos proximais em curvas semi-elípticas para a maxila e parabólica para a mandíbula, recebendo a ação de forças musculares externas e internas (mecanismo do bucinador e da língua, respectivamente).

Se uma destas forças for alterada ou removida, fatalmente ocorrerão mudanças no relacionamento dos dentes adjacentes com migrações dentárias e, assim, perdas de espaço, levando a uma desarmonia oclusal com conseqüências deletérias ao sistema estomatognático da criança (ALMEIDA et al., 1999).

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dtscience.com
Renato Rodrigues de ALMEIDA / Renata Rodrigues de ALMEIDA-PEDRIN / Marcio Rodrigues de ALMEIDA



3/31/2020

HIGIENE ORAL : Fissuras labiopalatinas: Primeiros cuidados

Higiene Oral

O lábio leporino é uma malformação anatômica que ocorre, geralmente, em torno da quarta e décima segunda semana de vida intra-uterina, respectivamente por falta ou deficiência de fusão dos processos maxilar e nasal médio ou dos processos palatinos.

A etiologia das fissuras labiopalatinas é controvertida, não sendo ainda possível isolar um fator causal específico.

Estudos mostram que os fatores ambientais, genéticos, ou ambos, podem determinar o aparecimento das fissuras. A incidência de indivíduos que nascem com malformações congênitas labiopalatais é relativamente alta.

No Brasil a prevalência é de 1 em cada 650 nascimentos. As fissuras podem atingir o lábio ou palato de forma completa ou incompleta, uni ou bilateralmente. Este tipo de malformação destaca-se pela complexidade de seus efeitos estéticos e funcionais.

As fissuras labiopalatais são passíveis de correção e não devem impedir o indivíduo de levar uma vida normal.

Veja Também: CRIANÇAS PODEM APRENDER A USAR O FIO DENTAL DESDE CEDO

Contudo, desde o nascimento as crianças portadoras de fissuras encontram algumas dificuldades para se alimentar entre estas: ingestão insuf iciente, déficit de sucção, escape nasal, excessiva deglutição de ar, vômitos abundantes, engasgamento e asfixias.

Assim, a dificuldade na alimentação do bebê fissurado surge devido a prejuízos no mecanismo de sucção e deglutição, decorrentes da falta de integridade anatômica.

Porém, sabe-se que a sucção é uma função inata, já experimentada pelo feto em vida intra-uterina, de modo a capacitar a musculatura intra e extrabucal. Este mecanismo não decorre de forma diferente no fissurado.


Youtube / Centrinho USP



Reabilitação estética após fratura mandibular unilateral e perda precoce de dentes anteriores: relato de caso

Reabilitação

Nos primeiros anos de vida, as crianças tornamse mais vulneráveis a traumas dentários, pois estão desenvolvendo habilidades motoras e aprendendo a caminhar e socializar.

Em virtude disso, quedas na infância e choques inespecíficos se tornam comuns e em maior gravidade, podendo ocasionar injúrias na dentição decídua resultando na perda precoce de dentes decíduos.

As injúrias traumáticas mais frequentes e citadas na literatura são a subluxação, a intrusão e a avulsão e suas consequências são relevantes e de extrema importância para cirurgiões-dentistas clínicos gerais e profissionais da área da saúde, uma vez que são estes os primeiros a se depararem com tal condição.

O traumatismo dentoalveolar continua sendo a razão mais frequente para consultas em dentistas e, em menor frequência, em unidades de pronto atendimento hospitalares.

Os fatores que podem aumentar a frequência desses traumas são amplamente discutidos e citados, e tem-se como principais causas a utilização da chupeta, um acentuado overjet e não selamento labial.

Veja Também: PREVENÇÃO : Tratamento Restaurador Atraumático. Uma técnica que podemos confiar?

Assim nestas situações os pais devem ser alertados e, dessa forma, a possibilidade de ocorrência de traumas pode ser minimizada.

Existem situações em que condutas preventivas são irrelevantes, como no caso de uma queda da altura de uma laje de uma casa, situação esta que não pode ser evitada apesar da atenção dos familiares.

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docs.bvsalud.org
Tamara Ripplinger / Gabriela dos Santos Pinto / Deisi Spessato / Larissa Corrêa Brusco Pavinato / Caroline Dias Tams Riffel



Tratamento Restaurador Atraumático (TRA) em ODONTOPEDIATRIA

TRA

O termo atraumático refere-se à técnica restauradora empregada em lesões dentinárias, que dispensa o uso de anestesia, isolamento absoluto e instrumentos rotatórios.

Apenas instrumentos manuais são utilizados para a remoção da maior parte do tecido alterado (amolecido, desmineralizado e irreversivelmente lesado) pela doença cárie.

È uma abordagem de mínima intervenção que procura preservar o máximo de estrutura dentária e emprega materiais adesivos nas restaurações, rotineiramente os cimentos ionoméricos.

Estudos têm mostrado a sua importância para a adaptação comportamental.

Por dispensar o uso de anestesia e instrumentos rotatórios, a técnica do ART aumenta a probabilidade de maior cooperação obtida pelo paciente, reduzindo o tempo operatório, evitando as fobias relacionadas a punções, ruídos e vibrações e, consequentemente, gerando menor ansiedade.

Veja Também: Bebês podem nascer com dente; saiba o que fazer

Este video apresenta a sequência clínica do tratamento restaurador atraumático realizado em molares decíduos utilizando um cimento de ionômero de vidro convencional e outro de alta viscosidade.


Youtube / Renata Pascotto br />


3/30/2020

Emergências Endodônticas em Dentes Decíduos

Emergências Endodônticas

CONDIÇÕES PULPARES EMERGÊNCIAIS MAIS COMUN

1. Hiperemia : É uma condição patológica reversível da polpa, onde há aumento anormal do suprimento sangüíneo, devido ao início de um processo inflamatório agudo.

Como já foi visto, este processo se caracteriza por dor intermitente que dura mais ou menos um minuto e que é originada vor estímulo através da ingestão de alimentos doces, ácidos e principalmente frios.

Normalmente a hiperemia está associada a cárie profunda, e a conduta clínica está na remoção total ou parcial do tecido cariado e colocação de cimento sedativo à base de óxido de zinco e eugenol, possibilitando que a polpa retome a seu estado normal, com remissão dos sintomas, isto se as condições gerais da criança estiverem favoráveis e o ciclo biológico do dente permitir a recuperação pulpar.

2. Pulpite Aguda : Quando a inflamação da polpa se intensifica. passando para o estado de inflamação de transição ou estágios iniciais de irreversibilidade de recuperação, onde a dor pode ser manifestada por períodos de dor intermitente, forte ou suave, que geralmente é originado por mudança brusca de temperatura.

É válido a tentativa de tratamento através de pulpotomia. que após anestesia parcial, isolamento absoluto. remoção do teto da câmara pulpar, pulpotomia propriamente dita (retirada de toda polpa coronária, expondo a entrada dos canais radiculares), que deve ser executada com curetas novas e afiadas, hemostasia e colocação da pasta GUEDES-PINT0 no assoalho da câmara e completar com óxido de zinco e eugenol.

Quando a dor se inicia espontaneamente e é mais severa quando a criança fica na posição horizontal, devido ao aumento da pressão sangüínea na região da cabeça e consequentemente na polpa.

Na maioria das vezes o dente afetado apresenta dor localizada e cavidade de cárie muito ampla e profunda, entretanto, outras vezes o diagnóstico pode ser dificultado, por apresentar dor difusa e reflexa. Para identificação do dente afetado, são úteis as aplicações dos exames rotineiros de avaliação do estado pulpar.

Veja Também: Higiene oronasal em bebê com fissura labio palatina (antes da cirurgia)

O tratamento emergência da pulpite, nestes estados mais avançados, em dentes decíduos consiste em fazer a anestesia parcial, isolamento absoluto com dique de borracha e abertura da câmara pulpar de forma ampla e, com curetas esterilizadas retirar a polpa coronária e restos necróticos, irrigar com líquido de Dakin.

Em seguida é feita a secagem da câmara pulpar e a localização da entrada dos canais e executar o tratamento na mesma sessão conforme a técnica de pulpectomia preconizada por GUEDES-PINT0, ou se-necessário, com lima tipo Kerr compatível com o diâmetro do canal, fazer remoção do tecido pulpar radicular, irrigação com tergentol-furacin e sua secagem com pontas de papel esterilizadas, curativo com um penso de algodão embebido com paramonoclorofenol canforado ou tricresolformalina (sem excesso), selamento provisório com imelÚo de óxido de zinco e eugenol e numa próxima consulta, continua-se o tratamento de rotina.

3. Abscesso Dentoalveolar Agudo : Após a necrose do tecido pulpar de um dente decíduo, a contaminação e o processo infeccioso se estendem aos tecidos e sustentação dos dentes, formando o abscesso dentoalveolar, enominados também, abscesso apical agudo, abscesso radicular agudo, abscesso periodontal apical agudo.

O abscesso em um dente decíduo em geral se evidencia por infecção mais difusa, e o tecido circundante é menos capaz de isolar o processo. A maioria das infecções endodônticas é mista e polimicrobiana, e qualquer microrganismo da cavidaio oral, nasofaringe ou trato intestinal pode afetar um canal radicular, sendo os mais freqüentes os (-hemolítico Streptococci, (-Streptococci e anaeróbios com Fusobateriurn cleatum, e em menor número os Stafilococcus Epidermes e Stafilococcus Aureus.

Nos últimos anos, aumentou o interesse no papel dos microrganismos anaeróbios, na ocorrência de inflamação e dor, onde estes podem ser responsáveis pela inibição de quimiotaxia neutrofilica e fagocitose, interferência com sensibilidade à antibiótico e na produção de enzimas e endotoxinas nas infecções radiculares, entretanto, na maioria das vezes são susceptíveis ao metronidazol e aos antibióticos utilizados na prátíca odontológica.

Para aqueles microrganismos que por ventura resistirem dentro dos canais, serão expostos à ação dos fármacos utilizados na biomecânica e selamento dos canais, utilizados na terapia pulpar.

Estudos evidenciam a ação positiva de diferentes medicamentos. especialmente o paramonoclorofcnol canforado, furacin, hidróxido de cálcio e iodofórmio, sobre os microrganismos existentes dentro dos canais radiculares de dentes decíduos.

A virulência dos microrganismos e a capacidade dos tecidos em reagir à infecção provavelmente determinarão a condição aguda ou crônica do processo.

O abscesso dentoalveolar agudo é caracterizado por dor intensa e inchaço localizado. A dor geralmente se inicia de forma moderada e aumenta de intensidade com o passar do tempo.

O dente apresenta-se, bastante sensível ao toque, à mastigação e ao calor; o aparecimento de febre é comum, confomle a tumefação aumenta, o dente fica com mobilidade.

Para alívio dos sintomas agudos, o estabelecimento de drenagem, quando possível, é feito Rela abertura ampla da câmara pulpar do dente afetado, onde haverá liberação da pressão exerci dá pelo líquido e/ou gases acumulados. Esta descarga purulenta tem odor desagradável devido a presença de metabólitos bacterianos como a amônia, uréia e aminoácidos.

Na maioria dos casos a drenagem é feita natural c imediatamente, entretanto, outras vezes, há necessidade de desobstruçào dos canais com limas para que possa haver o escoamento. A exodontia ou tratamento endodôntico, conforme a indicação, deve ser instituída tão logo haja o desaparecimento da tumefação.

Algumas vezes a drenagem não é consegui da via canal e os tecidos moles são envolvidos pelo abscesso agudo. Quando em estado avançado, estes abscessos freqüentemente se rompem espontaneamente e o material purulento é drenado através de urna fistula, que pode ser intra ou extrabucal.

Outras vezes em que a tumefação apresenta~se dura, é recomendado bochecho quente durante 10 minutos a cada hora ou aplicação de luz ultravioleta ou ainda, mais modemamente a utilização de luz Laser, afim de converter o abscesso a um estado mole, ou quando ele se apresenta mole e flutuante, deve-se fazer uma pequena incisão cirúrgica no local de maior concentração de pus (zona esbranquiçada), onde ocorrerá o extravasamento do exsudato e será introduzido o dreno, durante o período de três a sete dias.

A antibioticoterapia deve ser recomendada e após a remissão dos sintomas, a terapia do órgão dental definitiva deverá ser concluída, dependendo de cada caso, ou se faz a terapia endodôntica ou a exodontia.

° Nadya Galvão Bengtson / Antonio Lucindo Bengtson



ERGONOMIA na Odontopediatria

Ergonomia

A Ergonomia é um conjunto de saberes multidisciplinares aplicados na organização da atividade laborativa e nos elementos que compõem o posto de trabalho.

Com o objetivo de se estabelecer um ambiente seguro, saudável e confortável, prevenindo agravos à saúde e contribuindo para a eficiência produtiva.

Os cirurgiões-dentistas são apontados como uma classe profissional cuja atividade os torna vulnerável a riscos ocupacionais.

A ergonomia aplicada a Odontologia procura reduzir o estresse físico, cognitivo, prevenir agravos relacionados à prática odontológica para que o profissional atue com conforto, segurança e alta produtividade.

Medidas importantes para que o profissional trabalhe com saúde e alta produtividade deve ser pensada na elaboração do projeto do consultório odontológico.

Veja Também: CRIANÇAS PODEM APRENDER A USAR O FIO DENTAL DESDE CEDO


Youtube / TV USP Bauru



3/28/2020

MEDICINA ORAL : Prevenção de intercorrências estomatológicas em oncologia pediátrica

Medicina Oral

A evolução dos protocolos quimioterápico e radioterápico no tratamento das neoplasias pediátricas tem determinado um aumento progressivo nos índices de cura.

As estatísticas mostram que nos anos 1960 a sobrevida que era de apenas 4% alcançou níveis acima de 70% em 2012, desde que o diagnóstico seja precoce e o tratamento seja realizado em centros especializados.

Dados de literatura mostram que cerca de 40% dos pacientes oncológicos apresentam complicações bucais agudas decorrentes da toxicidade direta ou indireta, como mucosite, xerostomia, infecções fúngicas, virais ou bacterianas.


Os efeitos adversos envolvendo a cavidade bucal e a sua severidade estão relacionados à quimioterapia, à radioterapia, ao tipo e à localização do tumor e, ainda, às condições de saúde bucal.

Veja Também: Higiene oronasal em bebê com fissura labio palatina (antes da cirurgia)

Os pacientes com condições de saúde bucal desfavoráveis, infecções dentárias, gengivites e falta de higiene bucal, apresentam um risco maior de desenvolver complicações que podem comprometer as funções sistêmicas durante os períodos de imunossupressão induzidos pela quimioterapia.

A radioterapia na região de cabeça e pescoço tende a potencializar esses efeitos colaterais.

LEIA ARTIGO COMPLETO AQUI


° Autores : Isabel Nemoto Vergara Sasada / Claudia Marcela Hernández Cancino / Renata Córdova Petersen / Ingeburg Hellwig / Caroline Siviero Dillenburg
° Imagen : DR P. MARAZZI/SCIENCE PHOTO LIBRARY

3/27/2020

HIGIENE ORAL: Crianças podem aprender a usar o fio dental desde cedo

Prevenção

O fio dental deve ser introduzido na rotina da criança assim que os dentes começarem a nascer.

“Primeiramente a limpeza com o fio dental pode ser feita uma vez ao dia, obviamente realizada pelos pais.

Isso fará com que a criança sempre o encare como algo natural, assim como tomar banho e pentear os cabelos”, afirma Renata Centenaro, cirurgiã-dentista idealizadora do projeto infantil Turminha do Sorriso que leva saúde bucal às escolas.

Para a especialista, o interessante é deixar o interesse da criança vir com naturalidade. “Com o passar do tempo ela vai ter curiosidade e pedirá um pedaço do fio dental na mão”.


O exemplo também é super importante. A criança acaba por ser motivada ao ver seus pais usando o fio dental. “É a mesma coisa que tentar forçar o filho a comer uma fruta, se a criança só vê os pais comendo doces.

Exemplo e rotina farão o hábito se estabelecer naturalmente”, diz a especialista.

Veja Também: ODONTOPEDIATRIA : O que é Ulectomia?

Supervisão é fundamental

Apesar de as crianças serem capazes de aprender a usar o fio dental bem pequenas, antes dos seis anos de idade, essa prática não pode ser feita sem a supervisão de um adulto.

“É importante que o adulto faça a higiene da criança e ao mesmo tempo estimule o hábito.

Assim, ela vai se sentir motivada a treinar a coordenação motora para conseguir passar corretamente e, com a persistência, passará melhor que as crianças da mesma idade que não treinam diariamente”, afirma Renata.

É importante ressaltar que é normal que antes dos seis anos de idade a criança ainda não passe o fio dental e nem escove os dentes com perfeição. “Nessa fase, a higiene adequada é tarefa dos pais”, diz.

Aprender brincando

Para que o aprendizado seja ainda mais fácil, Renata acredita que tentar tornar o momento da higiene bucal prazeroso é o melhor caminho. Portanto canções e brincadeira são super bem vindos nessa hora.

Além disso, nessa idade as crianças são muito receptivas ao que é “certo” por terem necessidade de aceitação e aprovação. “Elas querem ser elogiadas e aceitas. Diga-lhe que algo faz bem e que é certo de forma agradável e prazerosa e ela vai se esmerar em fazer.

E é possível explicar-lhe numa linguagem adequada ao seu entendimento que passar fio dental vai limpar o espaço entre os dentes, onde a escova não entra, e ela vai entender perfeitamente”, diz a dentista.

saude.terra.com.br

3/26/2020

Indicações de radiografias odontológicas em odontopediatria

Reabilitação

Este guia foi elaborado com a finalidade de auxiliar na seleção de técnicas radiográficas e interpretação das imagens obtidas como parte da avaliação bucal de bebês, crianças, adolescentes e pacientes portadores de necessidades especiais de cuidados á saúde.

Espera-se que auxilie no julgamento profissional sobre a melhor utilização do diagnóstico por imagem, contribuindo para melhorar a qualidade do atendimento ao paciente, para diminuir os riscos dos efeitos da radiação e orientar, responsavelmente, a instalação de equipamentos no ambiente clínico.


Fundamentação Teórica : Desde sua descoberta por Wilhelm Conrad Roentgen, em 1885, os raios-X tornaram-se um dos grandes aliados para a determinação de um diagnóstico correto.

Veja Também: Reabilitação de dentes decíduos anteriores com o uso de pinos de fibra de vidro

Com o passar do tempo, tanto os aparelhos como os filmes radiográficos evoluíram muito, proporcionando a aquisição de imagens cada vez mais fidedignas e com doses cada vez menores de radiação.

LEIA ARTIGO COMPLETO AQUI


°abodontopediatria.org.br
°Rita de Cássia Loiola Cordeiro (Coordenadora)
°Fabio Cesar Braga de Abreu-e-Lima

Tratamento restaurador atraumático em cavidades atípicas

TRA

O tratamento restaurador atraumático tem sido bem difundido entre os profissionais da área de Odontopediatria.

Essa técnica restauradora está inserida na filosofia de mínima intervenção e é considerada como uma das mais conservadoras, pois há somente a realização da remoção do tecido dentinário infectado.

Além disso, o tratamento restaurador atraumático mostra-se menos doloroso que a técnica convencional, sendo a anestesia raramente requerida.


Após a remoção do tecido dentário infectado, realiza-se o preenchimento das cavidades com o cimento ionômero de vidro, material que possui capacidade antimicrobiana, bom selamento marginal e liberação e recarga de flúor constante.

Apesar do aumento no número de estudos sobre esse tratamento, somente trabalhos com restaurações em cavidades oclusais mostram evidências científicas sobre a técnica.

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O objetivo deste trabalho é relatar o caso clínico de um paciente com grandes destruições nos dentes decíduos, o qual foi submetido ao tratamento restaurador atraumático e observar o resultado da técnica após um ano de acompanhamento clínico e radiográfico.

INTRODUÇÃO : Nos dias atuais, pode-se dizer que uma lacuna no tratamento restaurador, para grande parte da população de países subdesenvolvidos e em desenvolvimento, tem sido preenchida com a técnica do tratamento restaurador atraumático.

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° Letícia Simino CARVALHO / Janaina Merli ALDRIGUI / Clarissa Calil BONIFÁCIO / José Carlos Pettorossi IMPARATO / Daniela Prócida RAGGIO
° RGO, Porto Alegre, v. 57, n.3, p. 357-362, jul./set. 2009

SAÚDE BUCAL : Primeira Consulta Odontopediatra

Ortodontia

A primeira visita ao dentista reserva muitas boas surpresas e novidades que normalmente encantam os pequenos pacientes.

É dividida em diferentes momentos, que assim como os procedimentos e técnicas que serão comentadas a seguir, irá variar de acordo com a formação do profissional, a necessidade e a idade do paciente.

Na primeira visita ao dentista, após perguntas sobre a saúde geral da criança (chamada "Anamnese Geral"), faz-se uma detalhada conversa com os responsáveis, para que se conheça o risco que a criança tem em desenvolver problemas bucais, e se conheça o pequeno paciente também (chamada "Anamnese Dirigida").


É feita na primeira consulta ao dentista a apresentação do meio odontológico da forma mais acolhedora possível, visando estimular a curiosidade da criança, sempre com explicações coerentes à sua faixa etária.

O próximo passo é o exame da criança ("Exame Clínico"), uma inspeção visual onde registra-se a situação atual de desenvolvimento da boquinha e procura-se qualquer anormalidade em dentes e gengivas e nas funções relacionadas à face, como sucção, respiração, deglutição, mastigação, fala, etc.

Veja Também: CRIANÇAS PODEM APRENDER A USAR O FIO DENTAL DESDE CEDO

Existem vários métodos para o atendimento do bebê: ou com o responsável sentado na cadeira odontológica e o bebê no seu colo; ou o bebê sentadinho em uma cadeirinha especial (chamada "macri"); ou o profissional sentado de frente para o responsável, com os joelhos se encostando e formando uma "caminha", onde o bebê fica deitado (chamada técnica "joelho a joelho"), entre outras.


Youtube / Dia a dia de mamãe

3/24/2020

PREVENÇÃO : Tratamento Restaurador Atraumático. Uma técnica que podemos confiar?

PREVENÇÃO

A Odontologia brasileira vem experimentando grandes avanços na prevenção da cárie, onde não mais figura como um país de desdentados.

Contudo, a cárie ainda tem grande impacto na saúde das crianças brasileiras e o tratamento restaurador continua sendo importante, desde que aplicado somente quando necessário.

Neste contexto, surge o Tratamento Restaurador Atraumático (TRA) que, embora desenvolvido nas décadas de 80 e 90 para ser aplicado em comunidades sem acesso a infraestrutura mínima para aplicação da odontologia convencional.


Vem ganhando muito espaço na Odontologia moderna em virtude de alguns aspectos: técnica minimamente invasiva, permitindo manutenção de estrutura dental sadia através da remoção seletiva de cárie com instrumentos manuais e restauração com Cimento de Ionômero de Vidro (CIV) de alta viscosidade; redução do número de exposições pulpares, reduzindo endodontias e exodontias, menor estresse e ansiedade do paciente, visto que raramente causa dor, não necessitando de anestesia; tem sido descrito como um método econômico e eficaz na prevenção e controle da doença cárie em populações vulneráveis.

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Além disto, a aplicação desta técnica em locais de grande demanda por tratamento restaurador odontológico aumenta o número de altas uma vez que o atendimento é mais veloz.

A resolutividade da técnica TRA também impacta positivamente na redução dos custos do tratamento quando comparado aos tratamentos restauradores convencionais.

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°revista.aborj.org.br
°Revista Brasileira de Odontologia
°Antônio Fernando Monnerat;Maria Isabel de Castro de Souza;Aline Borges Luiz Monnerat

Coroas de aço inoxidável: técnica e custo benefício

Reabilitação

Para o restabelecimento da função do dente, é necessário, em uma primeira fase, prevenir a doença cárie, controlando e modificando os hábitos alimentares e de higiene bucal, bem como realizando a adequação do meio bucal.

Em uma segunda fase, quando na presença de cavidades atípicas, necessita-se de recursos restauradores alternativos, visando à recuperação do diâmetro mesiodistal e da altura cérvico-oclusal, com o objetivo de restabelecer a função.

Os molares decíduos, por apresentarem características anatômicas peculiares, tornam-se os elementos mais suscetíveis ao ataque cariogênico na dentição decídua, transformando-se em um grande desafi o para o profi ssional.


Doenças bucais que culminam com a perda do elemento dentário acarretam redução da capacidade mastigatória, distúrbios fonéticos, instalação de hábitos bucais viciosos e problemas de ordem psicológica (CORRÊA, 1998).

O tratamento protético em odontopediatria visa a restabelecer o equilíbrio dentário com utilização de técnicas simplifi cadas e menos agressivas ao paciente, não interferindo nos processos normais de crescimento e desenvolvimento próprios da infância.

Veja Também: Reabilitação de dentes decíduos anteriores com o uso de pinos de fibra de vidro

Portanto, a prótese em odontopediatria, apesar de se tratar de um procedimento menos conservador em relação à estrutura dentária remanescente, também é considerada manobra preventiva de futuros problemas que podem acometer as dentaduras mista e permanente, pois permite a manutenção mais prolongada do dente decíduo, até próximo à época de sua esfoliação natural (BENGSTON, 1988).

A quantidade e os tipos de estudos na literatura que relatam e suportam o uso da coroa de aço em odontopediatria são limitados (BUTANI et al., 2005).

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secure.usc.br
Thiago Cruvinel Silva / Thaís Marchini Oliveira / Vivien Thiemy Sakai / Luiz Evaristo Ricci Volpato / Maria Aparecida de Andrade Moreira Machado

3/23/2020

Tratamento endodôntico em molar decíduo com fístula no palato - Relato de caso

Pulpectomia

A realização da Endodontia em decíduos com comprometimento pulpar é importante, uma vez que a permanência destes na cavidade bucal servirá de guia para a erupção dos permanentes sucessores.

Ocorre que quando a lesão endodôntica não é tratada e se estende além da polpa coronária pode surgir uma fístula, sinal clínico de que na região existe infecção em atividade. A incidência de fístula no palato em crianças é rara.

O objetivo deste artigo foi relatar um caso clínico de tratamento endodôntico radical realizado em molar superior decíduo com presença de fístula.


Paciente infantil, gênero feminino, 3 anos, apresentava inicialmente edema facial no lado esquerdo e dor de grande intensidade.

O dente 64 tinha uma restauração com recidiva de cárie e polpa necrosada com fístula no palato, levando ao diagnóstico de abscesso dentoalveolar agudo.

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Foi feito como urgência cirurgia de acesso e localização dos condutos radiculares com uso de formocresol como medicação e o dente foi restaurado provisoriamente. Retorno após 7 dias, com sensível melhora do quadro clínico.

Com respeito às técnicas de manejo do comportamento infantil, na sequência foi realizado um eficiente preparo biomecânico e obturação com cimento de óxido de zinco e eugenol. A restauração definitiva foi feita com resina composta após 7 dias.

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° Nascimento JMQ, Resende GB, Silva MB. Tratamento endodôntico em molar decíduo com fístula no palato – relato de caso. Sci. 2014; 5(20):658-665