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3/13/2020

MEDICINA ORAL : Principais tumores odontogênicos que podem acometer a cavidade bucal de crianças

Medicina Oral

O presente trabalho tem como objetivo descrever as características clínicas, radiográficas e histológicas dos principais tumores odontogênicos encontrados na cavidade bucal de crianças.

Essas lesões podem ser classificadas quanto ao comportamento biológico em hamartomas (odontoma e tumor odontogênico adenomatóide), neoplasias benignas (ameloblastoma, fibroma ameloblástico e mixoma odontogênico) e neoplasias malignas que são bastante raras e agressivas.

O tratamento de escolha, na maior parte dos casos, consiste na remoção cirúrgica da lesão, uma vez que a maioria dos tumores é de origem benigna.


INTRODUÇÃO Os tumores odontogênicos são lesões derivadas dos tecidos epitelial ou mesenquimal que fazem parte do complexo processo da odontogênese, e são classificados histologicamente de acordo com sua origem em epiteliais, mesenquimais ou mistos (Ochsenius et al., 2002).

A etiologia dessas alterações está relacionada a distúrbios no desenvolvimento dos dentes e estruturas associadas (Eversole 1971).

O tecido ósseo dos maxilares é a principal região afetada pelos tumores odontogênicos, embora sejam reconhecidas algumas formas periféricas dessas lesões (Regezi et al., 1978).

Veja Também: Higiene oronasal em bebê com fissura labio palatina (antes da cirurgia)

São consideradas relativamente raras, uma vez que compreendem apenas 1% dos tumores maxilares (Regezi e Sciubba, 1993).

Os tumores odontogênicos são geralmente de crescimento lento e assintomático, e alguns deles apresentam predileção por idade, sexo e raça específicos (Assael, 1992).

De acordo com a literatura, os tumores odontogênicos também mostram variações geográficas na sua distribuição e freqüência, o que tem levado muitos autores a pesquisar a influência de fatores locais no seu desenvolvimento.

O comportamento biológico desse grupo de lesões varia desde hamartomas e neoplasias benignas a tumores raros, malignos e agressivos.

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°arquivos.cruzeirodosuleducacional.edu.br
°Revista de Odontologia da Universidade Cidade de São Paulo
°Francisco Wanderley Garcia de Paula e Silva / Alexandra Mussolino de Queiroz / Maria Cristina Borsatto / Paulo Nelson-Filho

3/06/2020

Doença de Riga-Fede: relato de dois casos - um conservador e outro radical

Riga-Fede

A lesão de Riga-Fede é uma ulceração traumática na superfície ventral da língua comumente associada a dentes natais ou neonatais.

Esta lesão pode resultar em uma inadequada sucção do leite e alimentação, colocando o recém-nascido em risco de deficiências nutricionais.

Nestas circunstâncias, intervenções dentais devem ser feitas com tratamento conservador (suavização da borda incisal) ou radical (exodontia).


A decisão pelo tratamento radical é feita na presença de debilidade nutricional causada pela dificuldade de amamentação, em casos de mobilidade dentária avançada, rizogênese em estado inicial e diante de lesões com maiores extensões.

INTRODUÇÃO : A atenção precoce ao bebê é extremamente necessária, pois a cavidade bucal durante a infância é caracterizada por diversos fenômenos que constituem respostas fisiológicas ou, ao contrário, alterações de desenvolvimento e até patogenias.

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A irrupção dentária é um processo fisiológico normal, que se inicia por volta dos seis meses de vida com a irrupção dos incisivos centrais inferiores decíduos.

Entretanto, periodicamente, são relatados casos nos quais recém-nascidos apresentam elementos dentários parcial ou completamente irrompidos.

Estes elementos são classificados como “dentes natais”, presentes na cavidade bucal já ao nascimento, e como “dentes neonatais”, quando irrompem na cavidade bucal até o trigésimo día de vida.

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° revodonto.bvsalud.org
° Jorge Sá Elias Nogueira / Antonio José Gil Gonçalves Filho / Larissa Barbosa Moda / Roberta Pimentel de Oliveira

2/24/2020

ODONTOPEDIATRIA : O que é Ulectomia?

Ulectomia

São comuns as situações na clínica odontopediátrica nas quais há a impacção de elementos dentários permanentes, fato que pode acarretar transtornos para a dentição em desenvolvimento, particularmente o atraso no processo de erupção dentária.

Dentre essas situações destaca-se a presença de fibrose do tecido gengival na área edêntula correspondente aos elementos permanentes intra- ósseos, que ocorre em decorrência de traumas constantes ou por meios medicamentosos.

Um dos tratamentos indicados para essa situação é a realização de um procedimento cirúrgico denominado de ulectomia, o qual consiste na exérese dos tecidos que revestem a face incisal/oclusal da coroa dentária de um dente não-irrompido de forma a lhe permitir um caminho desimpedido para vir ocupar sua posição na arcada dentária.


A ulectomia está indicada, além da fibrose gengival, para os casos em que, sem outro motivo aparente, o dente tem sua erupção retardada. Outra indicação é para dentes permanentes erupcionados e cuja erupção está lenta.

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Youtube / Aldo Quintino dos Santos

2/19/2020

ULOTOMIA : Coadjuvante do tratamento da má oclusão

ULOTOMIA

A erupção dentária é o processo fisiológico que, durante a formação do dente migra, da posição intra-óssea até uma posição funcional na cavidade oral.

Vários fatores, sistêmicos e locais, podem, com o tempo, interferir na sequência de erupção dos dentes permanentes, dentre os fatores sistêmicos são apontados o hipopituitarismo, o hipotireoidismo e a disostose cleidocraneana; e como fatores locais destacam-se a retenção prolongada do elemento dentário, a perda precoce ou o trauma nos dentes decíduos, o odontoma, os dentes supranumerários, cistos e a fibrose da mucosa gengival.

Em casos de fibrose da mucosa gengival, o dente permanente pode perder a força eruptiva, devido a essa barreira de tecido, na superfície oclusal ou incisal.


Dessa forma, o germe do dente permanente não é capaz de penetrar o tecido gengival. Na clínica odontopediátrica, são comuns situações nas quais há a impacção de elementos dentários, fato que pode acarretar transtornos para a dentição em desenvolvimento.

Particularmente, o atraso no processo de erupção dentária gerando inclinações e/ou giroversões dos dentes adjacentes ao espaço e extrusão do dente antagonista.

Veja Também: SAÚDE BUCAL : Primeira Consulta Odontopediatra

Para evitar tais transtornos, deve-se indicar a ulotomia, procedimento cirúrgico, que consiste na exérese do tecido gengival que reveste a face incisal ou oclusal da coroa dentária de um dente decíduo ou permanente não irrompido, de forma a lhe permitir um caminho livre para ocupar a sua posição normal no arco dentário.

Além da fibrose gengival, a ulotomia está indicada para os casos em que, sem outro motivo aparente, o dente tem sua erupção retardada, como também, para dentes permanentes parcialmente irrompidos com erupção lenta.

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°revodonto.bvsalud.org
°Ulotomia: coadjuvante do tratamento da má oclusão
°Rachel Reinaldo Arnaud / Manuela Gouvêa Campêlo dos Santos / Ana Maria Gondim Valença / Franklin Delano Soares Forte / Karina Jerônimo Rodrigues / Santiago Lima / Rejane Targino Soares Beltrão

2/17/2020

CIRURGIA : Dente intranasal em portador de fissura de lábio e palato: relato de caso

Cirurgia Odontopediatria

A ocorrência de anomalias dentárias tais como agenesias, más formações e dentes supranumerários em crianças fissuradas é mais freqüente do que em crianças sem fissuras.

Dentes ectópicos e supranumerários podem ocorrer em diferentes regiões da face. Comumente são vistos no palato e seio maxilar e raramente no côndilo, processo coronóide, órbita e cavidade nasal.


A presença de dentes na cavidade nasal em indivíduos não fissurados é um fenômeno raro de etiologia obscura.

Veja Também: Tratamento cirúrgico de fratura mandibular bilateral em paciente pediátrico

Em alguns casos, pode estar associado a trauma ou osteomielite da maxila, causando deslocamento de um ou mais dentes para o interior da cavidade nasal.

Medeiros et al. encontraram uma prevalência de 0,48% de dente intranasal em crianças portadoras de fissura completa de lábio e palato, sendo esta maior para o gênero feminino.

A presença de fenda no lábio e alvéolo sugere que a incompleta união dos processos embrionários pode causar o deslocamento do germe dentário para o interior da cavidade nasal.

Vários sinais e sintomas podem ser observados quando o paciente apresenta um dente ectópico intranasal, tais como, obstrução nasal, supuração nasal, epistaxe recorrente, rinite casual, desvio de septo, fístula oronasal, sinusite crônica, dor facial e dores de cabeça.

Ocasionalmente, um dente intranasal é assintomático, mas o diagnóstico e tratamento precoces podem prevenir complicações secundárias.

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Revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial
Aline Rogéria F. de Castilho; Denise Cristina Pazin; Raquel Hussne; Cleide F. de Carvalho Carrara

2/15/2020

ULECTOMIA como opção cirúrgica no retardo da erupção dentária : Relato de caso

Ulectomia

Os períodos de erupção dos dentes, de modo geral, diferem entre as populações e áreas geográficas, pois podem ser influenciados por alguns fatores como condições ambientais, nível sócio-econômico, raça, sexo e distúrbios locais, como a fibrose gengival e o cisto de erupção.

A fibrose gengival é causada pelo atrito superficial dos alimentos durante a mastigação, sendo mais freqüente sobre os incisivos centrais superiores por esfoliações ou perda precoce dos dentes decíduos.

Com o objetivo de permitir um caminho livre para esse dente vir ocupar sua posição no arco dentário, o cirurgião-dentista pode realizar um procedimento cirúrgico, denominado, ulectomia, que consiste na exérese dos tecidos que revestem a face incisal ou oclusal da coroa dentária de um dente decíduo ou permanente não irrompido.


Para uma indicação precisa da técnica cirúrgica são necessários os exames clínico e radiográfico minuciosos da região.

VEJA tAMBÉM : Reabilitação estética na primeira infância: Relato de caso

Uma vez indicada a ulectomia, esta deve ser feita imediatamente, pois a postergação do ato cirúrgico pode levar ao fechamento do espaço, pela inclinação dos dentes vizinhos, o que impediria tratamento ortodôntico posterior na recuperação do espaço perdido.

Assim, este trabalho relata um caso clínico de uma paciente do gênero feminino, oito anos, que apresentou o dente 11 retido.

A partir dos exames clínico e radiográfico, optou-se pela realização da ulectomia, a fim de possibilitar a erupção do referido dente. Após 4 anos de proservação, observa-se um adequado posicionamento da unidade dentária.

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° Fonte : apcdaracatuba.com.br
°Ulectomia como opção cirúrgica no retardo da erupção dentária : Relato de caso
° Autores : George Táccio de Miranda CANDEIRO / Fabrícia Campêlo CORREIA / Suyanne Arrais Leite de Miranda CANDEIRO


2/11/2020

CIRURGIA ORAL : Tratamento cirúrgico de fratura mandibular bilateral em paciente pediátrico

Cirurgia Oral

As fraturas dos ossos faciais em crianças são relativamente raras, e apresentam diferenças quando comparadas às fraturas faciais em adultos.

Isso ocorre porque, nas crianças, os ossos apresentam maior elasticidade, pequena pneumatização dos seios da face, maior espessura do tecido adiposo circundante, além da boa estabilidade da maxila e mandíbula pela presença dos dentes não erupcionados.

Essas características fazem com que seja necessária grande quantidade de energia para provocar uma fratura nos ossos em desenvolvimento.


O tratamento das fraturas faciais em pacientes pediátricos ainda é controverso, porém é consenso na literatura que as alterações no crescimento devem ser prevenidas, buscando um tratamento mais conservador sempre que indicado.

Atualmente, técnicas cirúrgicas mais precisas e primárias, associadas a uma fixação estável das fraturas faciais já têm sido aplicadas com sucesso.

Veja Também: MEDICINA ORAL : Principais tumores odontogênicos que podem acometer a cavidade bucal de crianças

Quando a cirurgia é necessária, o procedimento deve ser menos invasivo, utilizandodispositivos de fixação mais delicados. Além disso, considerando que a remodelação óssea é rápida na criança, qualquer intervenção deve ser realizada o mais precocemente possível.

Nesse relato, será descrita a abordagem cirúrgica para tratamento de fratura bilateral de mandíbula, significativamente deslocada, em paciente de 9 anos de idade.

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Fonte : revodonto.bvsalud.org
Autores : Lívia Bonjardim Lima / Dimas dos Santos Costa / Jonas Dantas Batista / Lair Mambrini Furtado / Marcelo Caetano Parreira da Silva / Cláudia Jordão Silva

1/29/2020

CIRURGIA ORAL : Utilização da ulectomia na clínica infantil : Relato de caso


A ulectomia é um procedimento de fácil execução para o profissional e rápida recuperação para o paciente infantil.

Os autores apresentam, por meio de relato de caso clínico, a técnica cirúrgica de ulectomia, como opção terapêutica para o retardo na erupção dental.

Introdução


São comuns as situações na clínica odontopediátrica nas quais há a impacção de elementos dentários permanentes, fato que pode acarretar transtornos para a dentição em desenvolvimento, particularmente o atraso no processo de erupção dentária.

Dentre essas situações destaca-se a presença de fibrose do tecido gengival na área edêntula correspondente aos elementos permanentes intra- ósseos, que ocorre em decorrência de traumas constantes ou por meios medicamentosos (Lascala; Lascala Júnior, 1997).

Veja também: ORTODONTIA : Efetividade de mantedores de espaço em odontopediatria

Um dos tratamentos indicados para essa situação é a realização de um procedimento cirúrgico denominado de ulectomia, o qual consiste na exérese dos tecidos que revestem a face incisal/oclusal da coroa dentária de um dente não-irrompido de forma a lhe permitir um caminho desimpedido para vir ocupar sua posição na arcada dentária (Carreira et al., 2003; Gregori; Motta, 2003).

Este trabalho tem por finalidade apresentar a técnica cirúrgica de ulectomia envolvendo elementos dentários permanentes com fibrose gengival.

Relato do caso

Paciente do gênero feminino, 7 anos e 6 meses de idade, compareceu à clínica tendo como queixa principal o não irrompimento dos incisivos centrais superiores. Durante a anamnese não foi relatada nenhuma anormalidade que pudesse ocasionar essa retardo, como por exemplo a ocorrência de trauma local.

Ao exame clínico foi constatado que os incisivos centrais superiores apresentavam-se recobertos por uma espessa lâmina de tecido gengival com coloração rosada e, que ao toque, evidenciavam-se as coroas dos elementos em questão . Verificou-se a presença do elemento dentário 22, o qual estava em processo de erupção.

Para complementar o diagnóstico clínico, realizou-se o exame radiográfico da área, no qual se observou que as raízes apresentavam 2/3 de formação (estágio 8 de Nolla) e que as coroas dentárias dos elementos 11 e 21, encontravam-se recobertas apenas por tecido mucoso, sem resquícios ósseos. De posse desses dados, optou-se pela ulectomia como melhor forma de tratamento para esse caso.

Técnica cirúrgica A técnica cirúrgica consiste das seguintes etapas:

1) Anestesia local Realizada a aplicação do anestésico tópico, executou-se a anestesia terminal infiltrativa (Lidocaina 50® - DFL), sendo a mesma aplicada em vários pontos da região, contornando o local das coroas dentárias dos elementos 11 e 21.
2) Incisão A incisão realizada foi à elíptica em torno de todo o capuz gengival por meio de um bisturi
3) Divulsão e exérese do tecido A divulsão da mucosa foi feita de maneira cuidadosa até a completa exposição da face incisal do dente, seguida da exérese do tecido.
4) Hemostasia Procedeu-se à irrigação da área com soro fisiológico e a hemostasia por tamponamento, com gaze estéril, não sendo necessária nenhuma medicação no pós-operatório. Decorridas 3 semanas, observou-se a completa cicatrização da região e a erupção dos elementos dentários. Não houve relato de sensibilidade pósoperatória pela paciente.


Discussão
O fibrosamento da mucosa gengival poderá ocasionar um retardo da erupção, sendo essa uma condição clínica determinada pela presença de tecido conjuntivo denso sobre a coroa (Assed; Queiroz, 2005). Issao e Guedes–Pinto (1999) relataram que a partir do 7º estágio de Nolla (1/3 de raiz formada) o dente já apresenta força eruptiva, portanto, uma vez indicada a ulectomia, esta deve ser feita imediatamente, a fim de evitar problemas de maloclusão futuros.

Para uma indicação precisa da técnica cirúrgica são necessários os exames clínico e radiográfico minuciosos da região. Através do exame clínico, notase a presença de uma área com aumento de volume e coloração mais pálida, pelo aumento da camada de queratina do epitélio, além de marcas contornadas, denotando a presença iminente do dente não irrompido (Duque et al., 2004).

Portanto, o exame radiográfico é imprescindível nesses casos, pois permitirá o correto diagnóstico. De acordo com Poricelli e Ponzoni (2005), a técnica cirúrgica da ulectomia envolve incisões elípticas, circulares ou ovais que limitam as áreas para exérese tecidual. Sua extensão deve permitir a exposição do bordo incisal ou face oclusal do dente.

A incisão pode ser realizada com bisturi e lâmina, laser ou eletrocautério. Com relação ao eletrocautério, Vasconcelos et al. (2003) ressaltam dentre as principais vantagens deste método as incisões sem hemorragia ou com mínima hemorragia proporcionando um campo operatório exangue. A ulectomia é um procedimento de fácil execução para o profissional e rápida recuperação para o paciente infantil.

Envolve solução de continuidade no tecido gengival, possibilitando a livre erupção do dente retido (Poricelli; Ponzoni, 2005). Sempre que o profissional decidir por uma cirurgia, esta decisão deve ser comunicada aos pais da criança, dando-lhes informações sobre o trabalho que será feito, explicando o porquê e tranqüilizá-los quanto ao procedimento cirúrgico (Gregori; Motta, 2003; Duque et al., 2004; Saraiva et al., 2005).

Considerações finais Frente a situações de retardo na erupção dentária, nas quais os elementos apresentem dois terços de formação radicular, o cirurgião-dentista poderá fazer uso da ulectomia como opção terapêutica para esses casos devido à simplicidade técnica e ao pósoperatório favorável.

°revistas2.uepg.br
°Alessandro Leite Cavalcanti / Leonardo Costa de Almeida Paiva


6/12/2019

Fratura de mandíbula em paciente pediátrico no momento do parto: relato de caso

Fratura mandibular

Dentro do grupo dos pacientes pediátricos, as fraturas de ossos faciais no recém-nascido são pouco relatadas na literatura.

É um acontecimento raro, quando ocorre no momento do parto. A mandíbula é o osso da face mais envolvido, sendo sua incidência aumentada com o passar da idade.

O presente artigo relata um caso de fratura de mandíbula ocorrida no momento de um parto prematuro, tratada de forma conservadora, com acompanhamento pós-operatório de 5 anos.


Introdução : A prevalência de injúrias em região de cabeça e pescoço, no momento do parto, é de 0,82%, sendo que a prevalência é de 9.56 por 1000 nascidos vivos.

Dentre as fraturas de face, as fraturas de mandíbula são as que mais afetam as crianças hospitalizadas.

Veja Também: SAÚDE BUCAL : Primeira Consulta Odontopediatra

A ocorrência de fraturas dos ossos maxilares em crianças aumenta proporcionalmente com a idade, sendo que de 0-1 ano, a frequência é de 0,9% a 2,6%4. Isso mostra a raridade de tal ocorrência.

O objetivo desse relato de caso é apresentar o tratamento conservador de uma fratura de mandíbula em paciente neonato, ocorrida no momento do parto.

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Rev. Cir. Traumatol. Buco-Maxilo-Fac., Camaragibe v.12, n.3, p. 55-60, jul./set. 2012
Laurindo Moacir Sassi / Thiago Serafim Cesa / Jean Carlos Della Giustina / José Luís Dissenha

11/02/2018

CIRURGIA BUCAL em odontopediatria


Importantes considerações no tratamento de pacientes pediátricos incluem um histórico médico adequado, obtendo informações médica e dentária apropriadas, que nos auxilie a prevenir situações emergências nos deixando preparados para tratar situações de emergência.

É importante a realização de uma a avaliação pré-operatória clínica e radiográfica. O exame radiográfico sempre inclui 1 ou mais filmes intra-bucais e pode incluir imagens extrabucais se a área de interesse vai além do complexo dento-alveolar.

O manejo do comportamento infantil no período pré-operatório e operatório apresenta um especial desafio. Muitas crianças se beneficiam com a anestesia local e pré-medicação oral para o controle da ansiedade. O manejo anestésico de crianças requer um extensivo treinamento e experiência.

Veja também : ORTHODONTIC : Diagnosing Early Interceptive Orthodontic Problems – Part 1


Atenção especial deve ser dada para a determinação da condição social, emocional e psicológica do paciente infantil antes da experiência cirúrgica.

Crianças têm muitos medos não declarados sobre a experiência cirúrgica, e seu manejo psicológico requer que o dentista saiba reconhecer sua condição emocional.

Responder questões concernentes a cirurgia são importantes e devem ser realizadas na presença dos pais. O dentista também deve obter o consentimento livre esclarecido antes do procedimento.

LEIA O ARTIGO COMPETO AQUI


°abodontopediatria.org.br
°CIRURGIA BUCAL EM ODONTOPEDIATRIA
°José Jeová Siebra Moreira Neto / Carlos de Oliveira Gomes / Geraldo Bosco L. Couto

10/27/2016

Tratamento emergencial de TRAUMATISMO dentoalveolar : relato de caso

O traumatismo dentoalveolar é um problema de saúde pública na sociedade, atingindo parcelas cada vez maiores da população e causando danos funcionais, estéticos, psicológicos e sociais.

A maioria dos traumatismos dentoalveolares ocorre em crianças de idade escolar, geralmente como resultado de quedas, acidentes esportivos e acidentes de trânsito.

As anomalias de desenvolvimento dentário são resultado de alterações no processo da odontogênese e ocorrem na morfologia e/ou no número de dentes.

traumatismo

Podem ser causadas tanto por fatores genéticos como por fatores adquiridos, ou pela associação dessas variantes. 

► Leia também: EMERGÊNCIA : Traumatismo Dentário em crianças

A fusão dentária é uma união embriológica de dois órgãos dentários ou mais, podendo ser completa ou incompleta, dependendo do estágio de desenvolvimento dos germes dentais envolvidos. 

A alteração pode ocorrer entre dois dentes normais ou entre um dente normal e um dente supranumerário. Fusão pode ocorrer tanto na dentição decídua quanto na permanente, uni ou bilateralmente. Porém, é mais frequente na dentição decídua. 

É comum a confusão no diagnóstico clínico entre fusão e geminação. Na fusão, normalmente se observa uma coroa maior no sentido mesio-distal e apenas um canal radicular. 

Enquanto a geminação é caracterizada por uma coroa bífida e geralmente apresenta-se com uma única raiz e um único canal radicular.