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4/05/2020

ENDODONTIA : Terapia pulpar em dentes decíduos e permanentes jovens

Endodontia

O objetivo básico da terapia pulpar é manter a integridade dos dentes e de seus tecidos de suporte.

É desejável manter a vitalidade pulpar de um dente afetado por lesão de cárie, lesão traumática ou outras injúrias. No entanto, um dente desvitalizado pode manter-se clinicamente funcional.

As indicações, os objetivos e o tipo de terapia dependem do diagnóstico obtido – polpa saudável, pulpite reversível, pulpite irreversível ou necrose pulpar.



Testes de sensibilidade pulpar (elétricos e térmicos) podem ser úteis em dentes permanentes, mas não são recomendados para dentes decíduos, em função de respostas não confiáveis.

Dentes que apresentarem sinais ou sintomas como história de dor espontânea, fístula, inflamação periodontal não resultante de gengivite ou periodontite, mobilidade não compatível com trauma ou período de rizólise, radiolucidez apical ou na região de furca, reabsorções interna ou externa são compatíveis com diagnóstico de pulpite irreversível ou necrose pulpar. Estas características indicam o tratamento endodôntico.

Veja Também: Reabilitação estética e funcional em paciente com cárie severa da infância: relato de caso

Dentes que apresentarem dor provocada de curta duração ou por escovação, aliviada com a remoção do estímulo e uso de analgésicos, são compatíveis com o diagnóstico de pulpite reversível e candidatos à terapia para polpa vital que vão deste o capeamento pulpar indireto até a pulpotomia.

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°abodontopediatria.org.br
°Autores : Fernando Borba de Araújo / Maria de Lourdes de Andrade Massara / Célio Percinoto / Ítalo Medeiros Faraco Júnior



4/03/2020

A utilização da ORTODONTIA Miofuncional no tratamento de crianças e adolescentes

Ortodontia

Sabidamente a respiração bucal associada à posição baixa da língua interfere no posicionamento de dentes e desenvolvimento da face.

Este artigo tem a intenção de mostrar que podemos simplificar nossas mecânicas ortodônticas e dar mais qualidade de vida ao nosso paciente, fazendo com que ele respire melhor, mastigue melhor e tenha uma harmonia facial.

A abordagem multidisciplinar das origens da má oclusão simplifica a correção, dando mais estabilidade em longo prazo.

Introdução : Desde 1899, Angle já afirmava que a estabilidade dos tratamentos ortodônticos dependia também da estabilidad de músculos e das funções, como respiração e deglutição.

De La Cruz et al. estudaram pacientes tratados ortodonticamente com exodontia de quatro prémolares com até 10 anos de contenção e puderam constatar que quanto maior a alteração durante o tratamento, maior a recidiva, chegando o arco a retornar às dimensões originais pré-tratamento.

Veja Também: Reabilitação de dentes decíduos anteriores com o uso de pinos de fibra de vidro

O movimento chamado de Ortodontia Miofuncional quer a atenção dos dentistas para a origem das más oclusões, como a amamentação artificial, chupetas, respiração bucal e suas consequências sobre o desenvolvimento de nossas crianças.

Paul;Nanda já mostraram a relação entre respiração bucal e oclusão. Quando o tratamento ortodôntico não é realizado com uma preocupação de se eliminar os fatores causadores das más oclusões, a chance de recidivas é muito grande.

Pepicelli et al. já afirmavam que a influência dos músculos faciais e mandibulares é crítica no alinhamento e estabilidade. Isso inclui a disfunção do engolir e a incorreta posição da língua.

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°orthomundi.com.br
°Paulo Rogério Faria



4/02/2020

Mantenedores de Espaço e sua Aplicação Clínica

Ortodontia

A perda precoce de dentes decíduos devido a cárie dentária ainda é muito freqüente em crianças brasileiras.

É de responsabilidade do Clínico Geral e, principalmente, do Odontopediatra e do Ortodontista orientar a população infantil e seus pais sobre a importância da preservação dos dentes decíduos.

Assim, este trabalho tem a fi nalidade precípua de abordar os diferentes tipos de mantenedores de espaço, com suas indicações, contra-indicações, vantagens e desvantagens, bem como sua aplicação clínica.

INTRODUÇÃO : Durante o desenvolvimento da dentadura decídua para a mista e permanente, a ocorrência de anormalidades é um fato que pode estar presente constantemente.

Nos arcos dentários, a mais freqüente é a discrepância entre o espaço presente e o espaço requerido para a irrupção e acomodação de todos os dentes permanentes.

Veja Também: ODONTOPEDIATRIA : O que é Ulectomia?

A perda parcial ou total da estrutura dentária acarreta uma diminuição do espaço disponível no arco dentário, provocando um dese-quilíbrio estrutural e funcional (CORREA, 1996; GRABER, 1972; SILVA, 1999).

Cada dente se mantém harmoniosamente na sua correta posição, alinhado com contatos proximais em curvas semi-elípticas para a maxila e parabólica para a mandíbula, recebendo a ação de forças musculares externas e internas (mecanismo do bucinador e da língua, respectivamente).

Se uma destas forças for alterada ou removida, fatalmente ocorrerão mudanças no relacionamento dos dentes adjacentes com migrações dentárias e, assim, perdas de espaço, levando a uma desarmonia oclusal com conseqüências deletérias ao sistema estomatognático da criança (ALMEIDA et al., 1999).

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dtscience.com
Renato Rodrigues de ALMEIDA / Renata Rodrigues de ALMEIDA-PEDRIN / Marcio Rodrigues de ALMEIDA



3/31/2020

Reabilitação estética após fratura mandibular unilateral e perda precoce de dentes anteriores: relato de caso

Reabilitação

Nos primeiros anos de vida, as crianças tornamse mais vulneráveis a traumas dentários, pois estão desenvolvendo habilidades motoras e aprendendo a caminhar e socializar.

Em virtude disso, quedas na infância e choques inespecíficos se tornam comuns e em maior gravidade, podendo ocasionar injúrias na dentição decídua resultando na perda precoce de dentes decíduos.

As injúrias traumáticas mais frequentes e citadas na literatura são a subluxação, a intrusão e a avulsão e suas consequências são relevantes e de extrema importância para cirurgiões-dentistas clínicos gerais e profissionais da área da saúde, uma vez que são estes os primeiros a se depararem com tal condição.

O traumatismo dentoalveolar continua sendo a razão mais frequente para consultas em dentistas e, em menor frequência, em unidades de pronto atendimento hospitalares.

Os fatores que podem aumentar a frequência desses traumas são amplamente discutidos e citados, e tem-se como principais causas a utilização da chupeta, um acentuado overjet e não selamento labial.

Veja Também: PREVENÇÃO : Tratamento Restaurador Atraumático. Uma técnica que podemos confiar?

Assim nestas situações os pais devem ser alertados e, dessa forma, a possibilidade de ocorrência de traumas pode ser minimizada.

Existem situações em que condutas preventivas são irrelevantes, como no caso de uma queda da altura de uma laje de uma casa, situação esta que não pode ser evitada apesar da atenção dos familiares.

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docs.bvsalud.org
Tamara Ripplinger / Gabriela dos Santos Pinto / Deisi Spessato / Larissa Corrêa Brusco Pavinato / Caroline Dias Tams Riffel



3/30/2020

Emergências Endodônticas em Dentes Decíduos

Emergências Endodônticas

CONDIÇÕES PULPARES EMERGÊNCIAIS MAIS COMUN

1. Hiperemia : É uma condição patológica reversível da polpa, onde há aumento anormal do suprimento sangüíneo, devido ao início de um processo inflamatório agudo.

Como já foi visto, este processo se caracteriza por dor intermitente que dura mais ou menos um minuto e que é originada vor estímulo através da ingestão de alimentos doces, ácidos e principalmente frios.

Normalmente a hiperemia está associada a cárie profunda, e a conduta clínica está na remoção total ou parcial do tecido cariado e colocação de cimento sedativo à base de óxido de zinco e eugenol, possibilitando que a polpa retome a seu estado normal, com remissão dos sintomas, isto se as condições gerais da criança estiverem favoráveis e o ciclo biológico do dente permitir a recuperação pulpar.

2. Pulpite Aguda : Quando a inflamação da polpa se intensifica. passando para o estado de inflamação de transição ou estágios iniciais de irreversibilidade de recuperação, onde a dor pode ser manifestada por períodos de dor intermitente, forte ou suave, que geralmente é originado por mudança brusca de temperatura.

É válido a tentativa de tratamento através de pulpotomia. que após anestesia parcial, isolamento absoluto. remoção do teto da câmara pulpar, pulpotomia propriamente dita (retirada de toda polpa coronária, expondo a entrada dos canais radiculares), que deve ser executada com curetas novas e afiadas, hemostasia e colocação da pasta GUEDES-PINT0 no assoalho da câmara e completar com óxido de zinco e eugenol.

Quando a dor se inicia espontaneamente e é mais severa quando a criança fica na posição horizontal, devido ao aumento da pressão sangüínea na região da cabeça e consequentemente na polpa.

Na maioria das vezes o dente afetado apresenta dor localizada e cavidade de cárie muito ampla e profunda, entretanto, outras vezes o diagnóstico pode ser dificultado, por apresentar dor difusa e reflexa. Para identificação do dente afetado, são úteis as aplicações dos exames rotineiros de avaliação do estado pulpar.

Veja Também: Higiene oronasal em bebê com fissura labio palatina (antes da cirurgia)

O tratamento emergência da pulpite, nestes estados mais avançados, em dentes decíduos consiste em fazer a anestesia parcial, isolamento absoluto com dique de borracha e abertura da câmara pulpar de forma ampla e, com curetas esterilizadas retirar a polpa coronária e restos necróticos, irrigar com líquido de Dakin.

Em seguida é feita a secagem da câmara pulpar e a localização da entrada dos canais e executar o tratamento na mesma sessão conforme a técnica de pulpectomia preconizada por GUEDES-PINT0, ou se-necessário, com lima tipo Kerr compatível com o diâmetro do canal, fazer remoção do tecido pulpar radicular, irrigação com tergentol-furacin e sua secagem com pontas de papel esterilizadas, curativo com um penso de algodão embebido com paramonoclorofenol canforado ou tricresolformalina (sem excesso), selamento provisório com imelÚo de óxido de zinco e eugenol e numa próxima consulta, continua-se o tratamento de rotina.

3. Abscesso Dentoalveolar Agudo : Após a necrose do tecido pulpar de um dente decíduo, a contaminação e o processo infeccioso se estendem aos tecidos e sustentação dos dentes, formando o abscesso dentoalveolar, enominados também, abscesso apical agudo, abscesso radicular agudo, abscesso periodontal apical agudo.

O abscesso em um dente decíduo em geral se evidencia por infecção mais difusa, e o tecido circundante é menos capaz de isolar o processo. A maioria das infecções endodônticas é mista e polimicrobiana, e qualquer microrganismo da cavidaio oral, nasofaringe ou trato intestinal pode afetar um canal radicular, sendo os mais freqüentes os (-hemolítico Streptococci, (-Streptococci e anaeróbios com Fusobateriurn cleatum, e em menor número os Stafilococcus Epidermes e Stafilococcus Aureus.

Nos últimos anos, aumentou o interesse no papel dos microrganismos anaeróbios, na ocorrência de inflamação e dor, onde estes podem ser responsáveis pela inibição de quimiotaxia neutrofilica e fagocitose, interferência com sensibilidade à antibiótico e na produção de enzimas e endotoxinas nas infecções radiculares, entretanto, na maioria das vezes são susceptíveis ao metronidazol e aos antibióticos utilizados na prátíca odontológica.

Para aqueles microrganismos que por ventura resistirem dentro dos canais, serão expostos à ação dos fármacos utilizados na biomecânica e selamento dos canais, utilizados na terapia pulpar.

Estudos evidenciam a ação positiva de diferentes medicamentos. especialmente o paramonoclorofcnol canforado, furacin, hidróxido de cálcio e iodofórmio, sobre os microrganismos existentes dentro dos canais radiculares de dentes decíduos.

A virulência dos microrganismos e a capacidade dos tecidos em reagir à infecção provavelmente determinarão a condição aguda ou crônica do processo.

O abscesso dentoalveolar agudo é caracterizado por dor intensa e inchaço localizado. A dor geralmente se inicia de forma moderada e aumenta de intensidade com o passar do tempo.

O dente apresenta-se, bastante sensível ao toque, à mastigação e ao calor; o aparecimento de febre é comum, confomle a tumefação aumenta, o dente fica com mobilidade.

Para alívio dos sintomas agudos, o estabelecimento de drenagem, quando possível, é feito Rela abertura ampla da câmara pulpar do dente afetado, onde haverá liberação da pressão exerci dá pelo líquido e/ou gases acumulados. Esta descarga purulenta tem odor desagradável devido a presença de metabólitos bacterianos como a amônia, uréia e aminoácidos.

Na maioria dos casos a drenagem é feita natural c imediatamente, entretanto, outras vezes, há necessidade de desobstruçào dos canais com limas para que possa haver o escoamento. A exodontia ou tratamento endodôntico, conforme a indicação, deve ser instituída tão logo haja o desaparecimento da tumefação.

Algumas vezes a drenagem não é consegui da via canal e os tecidos moles são envolvidos pelo abscesso agudo. Quando em estado avançado, estes abscessos freqüentemente se rompem espontaneamente e o material purulento é drenado através de urna fistula, que pode ser intra ou extrabucal.

Outras vezes em que a tumefação apresenta~se dura, é recomendado bochecho quente durante 10 minutos a cada hora ou aplicação de luz ultravioleta ou ainda, mais modemamente a utilização de luz Laser, afim de converter o abscesso a um estado mole, ou quando ele se apresenta mole e flutuante, deve-se fazer uma pequena incisão cirúrgica no local de maior concentração de pus (zona esbranquiçada), onde ocorrerá o extravasamento do exsudato e será introduzido o dreno, durante o período de três a sete dias.

A antibioticoterapia deve ser recomendada e após a remissão dos sintomas, a terapia do órgão dental definitiva deverá ser concluída, dependendo de cada caso, ou se faz a terapia endodôntica ou a exodontia.

° Nadya Galvão Bengtson / Antonio Lucindo Bengtson



3/28/2020

MEDICINA ORAL : Prevenção de intercorrências estomatológicas em oncologia pediátrica

Medicina Oral

A evolução dos protocolos quimioterápico e radioterápico no tratamento das neoplasias pediátricas tem determinado um aumento progressivo nos índices de cura.

As estatísticas mostram que nos anos 1960 a sobrevida que era de apenas 4% alcançou níveis acima de 70% em 2012, desde que o diagnóstico seja precoce e o tratamento seja realizado em centros especializados.

Dados de literatura mostram que cerca de 40% dos pacientes oncológicos apresentam complicações bucais agudas decorrentes da toxicidade direta ou indireta, como mucosite, xerostomia, infecções fúngicas, virais ou bacterianas.


Os efeitos adversos envolvendo a cavidade bucal e a sua severidade estão relacionados à quimioterapia, à radioterapia, ao tipo e à localização do tumor e, ainda, às condições de saúde bucal.

Veja Também: Higiene oronasal em bebê com fissura labio palatina (antes da cirurgia)

Os pacientes com condições de saúde bucal desfavoráveis, infecções dentárias, gengivites e falta de higiene bucal, apresentam um risco maior de desenvolver complicações que podem comprometer as funções sistêmicas durante os períodos de imunossupressão induzidos pela quimioterapia.

A radioterapia na região de cabeça e pescoço tende a potencializar esses efeitos colaterais.

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° Autores : Isabel Nemoto Vergara Sasada / Claudia Marcela Hernández Cancino / Renata Córdova Petersen / Ingeburg Hellwig / Caroline Siviero Dillenburg
° Imagen : DR P. MARAZZI/SCIENCE PHOTO LIBRARY

Utilização de prótese parcial fixa modificada na primeira infância: relato de caso

Protese Parcial

A reposição do dente decíduo perdido prematuramente é indicada para que não haja conseqüências estéticas, funcionais (fala e mastigação) e psicológicas.

Crianças na primeira infância não possuem maturidade e cooperação para o uso de próteses removíveis. Assim sendo, indica-se as próteses parciais fixas modificadas.

O objetivo do presente estudo é relatar o caso clínico de uma paciente de 30 meses de idade, com história de traumatismo dentário, com perda precoce do elemento 51, cujo tratamento foi a colocação de uma prótese parcial fixa modificada.


A principal característica desta prótese, que a diferencia de uma prótese utilizada em adultos é a presença de conectores com o sistema tubo-barra.

A estrutura metálica de um dos dentes de apoio apresenta uma barra que se encaixa em um tubo presente no pôntico, este sistema não é fixo, o que permite o distanciamento lento entre o retentor e o pôntico, através do deslocamento da barra, caso ocorra crescimento da pré-maxila.

Veja Também: SAÚDE BUCAL : Primeira Consulta Odontopediatra

Após a moldagem dos arcos superior e inferior da paciente, a prótese parcial fixa modificada foi confeccionada com um pôntico e dois retentores de metal nos elementos 52 e 62, os quais não receberam nenhum tipo de preparo.

A cimentação da prótese foi realizada com cimento resinoso dual e resina composta para um melhor resultado estético. No caso clínico descrito, pôde ser observado um resultado estético e funcional satisfatório, o que propiciou melhora na saúde bucal da paciente.

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° revodonto.bvsalud.org
° Janaína Maniezo de Sousa / Maisa Camillo Jordão / Maria Gisette Arias Provenzano / Marina de Lourdes Calvo Fracasso / Heitor Marques Honório / Daniela Rios

3/26/2020

Indicações de radiografias odontológicas em odontopediatria

Reabilitação

Este guia foi elaborado com a finalidade de auxiliar na seleção de técnicas radiográficas e interpretação das imagens obtidas como parte da avaliação bucal de bebês, crianças, adolescentes e pacientes portadores de necessidades especiais de cuidados á saúde.

Espera-se que auxilie no julgamento profissional sobre a melhor utilização do diagnóstico por imagem, contribuindo para melhorar a qualidade do atendimento ao paciente, para diminuir os riscos dos efeitos da radiação e orientar, responsavelmente, a instalação de equipamentos no ambiente clínico.


Fundamentação Teórica : Desde sua descoberta por Wilhelm Conrad Roentgen, em 1885, os raios-X tornaram-se um dos grandes aliados para a determinação de um diagnóstico correto.

Veja Também: Reabilitação de dentes decíduos anteriores com o uso de pinos de fibra de vidro

Com o passar do tempo, tanto os aparelhos como os filmes radiográficos evoluíram muito, proporcionando a aquisição de imagens cada vez mais fidedignas e com doses cada vez menores de radiação.

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°abodontopediatria.org.br
°Rita de Cássia Loiola Cordeiro (Coordenadora)
°Fabio Cesar Braga de Abreu-e-Lima

Tratamento restaurador atraumático em cavidades atípicas

TRA

O tratamento restaurador atraumático tem sido bem difundido entre os profissionais da área de Odontopediatria.

Essa técnica restauradora está inserida na filosofia de mínima intervenção e é considerada como uma das mais conservadoras, pois há somente a realização da remoção do tecido dentinário infectado.

Além disso, o tratamento restaurador atraumático mostra-se menos doloroso que a técnica convencional, sendo a anestesia raramente requerida.


Após a remoção do tecido dentário infectado, realiza-se o preenchimento das cavidades com o cimento ionômero de vidro, material que possui capacidade antimicrobiana, bom selamento marginal e liberação e recarga de flúor constante.

Apesar do aumento no número de estudos sobre esse tratamento, somente trabalhos com restaurações em cavidades oclusais mostram evidências científicas sobre a técnica.

Veja Também: Quem são os mantenedores de espaço?

O objetivo deste trabalho é relatar o caso clínico de um paciente com grandes destruições nos dentes decíduos, o qual foi submetido ao tratamento restaurador atraumático e observar o resultado da técnica após um ano de acompanhamento clínico e radiográfico.

INTRODUÇÃO : Nos dias atuais, pode-se dizer que uma lacuna no tratamento restaurador, para grande parte da população de países subdesenvolvidos e em desenvolvimento, tem sido preenchida com a técnica do tratamento restaurador atraumático.

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° Letícia Simino CARVALHO / Janaina Merli ALDRIGUI / Clarissa Calil BONIFÁCIO / José Carlos Pettorossi IMPARATO / Daniela Prócida RAGGIO
° RGO, Porto Alegre, v. 57, n.3, p. 357-362, jul./set. 2009

3/24/2020

PREVENÇÃO : Tratamento Restaurador Atraumático. Uma técnica que podemos confiar?

PREVENÇÃO

A Odontologia brasileira vem experimentando grandes avanços na prevenção da cárie, onde não mais figura como um país de desdentados.

Contudo, a cárie ainda tem grande impacto na saúde das crianças brasileiras e o tratamento restaurador continua sendo importante, desde que aplicado somente quando necessário.

Neste contexto, surge o Tratamento Restaurador Atraumático (TRA) que, embora desenvolvido nas décadas de 80 e 90 para ser aplicado em comunidades sem acesso a infraestrutura mínima para aplicação da odontologia convencional.


Vem ganhando muito espaço na Odontologia moderna em virtude de alguns aspectos: técnica minimamente invasiva, permitindo manutenção de estrutura dental sadia através da remoção seletiva de cárie com instrumentos manuais e restauração com Cimento de Ionômero de Vidro (CIV) de alta viscosidade; redução do número de exposições pulpares, reduzindo endodontias e exodontias, menor estresse e ansiedade do paciente, visto que raramente causa dor, não necessitando de anestesia; tem sido descrito como um método econômico e eficaz na prevenção e controle da doença cárie em populações vulneráveis.

Veja Também: SAÚDE BUCAL : Primeira Consulta Odontopediatra

Além disto, a aplicação desta técnica em locais de grande demanda por tratamento restaurador odontológico aumenta o número de altas uma vez que o atendimento é mais veloz.

A resolutividade da técnica TRA também impacta positivamente na redução dos custos do tratamento quando comparado aos tratamentos restauradores convencionais.

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°revista.aborj.org.br
°Revista Brasileira de Odontologia
°Antônio Fernando Monnerat;Maria Isabel de Castro de Souza;Aline Borges Luiz Monnerat

Coroas de aço inoxidável: técnica e custo benefício

Reabilitação

Para o restabelecimento da função do dente, é necessário, em uma primeira fase, prevenir a doença cárie, controlando e modificando os hábitos alimentares e de higiene bucal, bem como realizando a adequação do meio bucal.

Em uma segunda fase, quando na presença de cavidades atípicas, necessita-se de recursos restauradores alternativos, visando à recuperação do diâmetro mesiodistal e da altura cérvico-oclusal, com o objetivo de restabelecer a função.

Os molares decíduos, por apresentarem características anatômicas peculiares, tornam-se os elementos mais suscetíveis ao ataque cariogênico na dentição decídua, transformando-se em um grande desafi o para o profi ssional.


Doenças bucais que culminam com a perda do elemento dentário acarretam redução da capacidade mastigatória, distúrbios fonéticos, instalação de hábitos bucais viciosos e problemas de ordem psicológica (CORRÊA, 1998).

O tratamento protético em odontopediatria visa a restabelecer o equilíbrio dentário com utilização de técnicas simplifi cadas e menos agressivas ao paciente, não interferindo nos processos normais de crescimento e desenvolvimento próprios da infância.

Veja Também: Reabilitação de dentes decíduos anteriores com o uso de pinos de fibra de vidro

Portanto, a prótese em odontopediatria, apesar de se tratar de um procedimento menos conservador em relação à estrutura dentária remanescente, também é considerada manobra preventiva de futuros problemas que podem acometer as dentaduras mista e permanente, pois permite a manutenção mais prolongada do dente decíduo, até próximo à época de sua esfoliação natural (BENGSTON, 1988).

A quantidade e os tipos de estudos na literatura que relatam e suportam o uso da coroa de aço em odontopediatria são limitados (BUTANI et al., 2005).

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secure.usc.br
Thiago Cruvinel Silva / Thaís Marchini Oliveira / Vivien Thiemy Sakai / Luiz Evaristo Ricci Volpato / Maria Aparecida de Andrade Moreira Machado

3/23/2020

Interceptação da mordida cruzada anterior na dentição decídua utilizando plano inclinado fixo: Relato de caso

Ortodontia

A mordida cruzada anterior é um tipo de má oclusão que pode apresentar diferentes fatores etiológicos e não se auto corrige.

Desta forma, um diagnóstico correto e o tratamento precoce se torna de extrema importância, permitindo o direcionamento adequado do crescimento da maxila e da mandibula e o desenvolvimento harmônico da oclusão.

Este artigo relata o tratamento da mordida cruzada anterior dentária na dentição decídua, com a utilização de um plano inclinado fixo que demonstrou-se eficaz, corrigindo a má oclusão e permitindo um desenvolvimento harmônico do aparelho mastigatório.


INTRODUÇÃO

A estética tem sido cada vez mais valorizada nos dias atuais, desde a idade precoce, os pais se preocupam com a estética da dentição decídua dos filhos, já que isso pode ocasionar incovenientes no convívio social e logo no psicológico da criança.

Um dos problemas mais encontrados na prática odontológica infantil é a mordida cruzada. Esta condição se refere a uma alteração no posicionamento de um ou mais dentes da maxila em relação a mandíbula, que é observado durante a oclusão, podendo se classificar em mordida cruzada anterior e/ou posterior.

Veja Também: Quem são os mantenedores de espaço?

A mordida cruzada anterior é definida como uma má-oclusão resultante do posicionamento palatino dos dentes anteriores superiores em relação aos dentes anteriores inferiores que estariam num posicionamento vestibular.

Diagnosticada frequentemente na dentição decídua e na dentição mista, podendo resultar entre uma variedade de fatores, tais como: caminho de erupção lingual dos incisivos maxilares, lábio leporino reparado, trauma resultando em deslocamento lingual do germe do dente permanente, dentes anteriores supranumerários, dente retido ou raiz decídua necrótica, odontomas, apinhamento na região dos incisivos, perda dental prematura, falta de espaço no arco, hábito de morder o lábio superior.

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°mastereditora.com.br
°Brazilian Journal of Surgery and Clinical Research
°KAREN CHAVES FARIAS LEITE / SHYSA KOUTAKA DA COSTA PIRES / FRANCIELLE CHAVES FARIAS LEITE / PAULO VICTOR NOGUEIRA BENETTI / OSWALDO LUIZ CECÍLIO BARBOSA / CARLA CRISTINA NEVES BARBOSA

Tratamento endodôntico em molar decíduo com fístula no palato - Relato de caso

Pulpectomia

A realização da Endodontia em decíduos com comprometimento pulpar é importante, uma vez que a permanência destes na cavidade bucal servirá de guia para a erupção dos permanentes sucessores.

Ocorre que quando a lesão endodôntica não é tratada e se estende além da polpa coronária pode surgir uma fístula, sinal clínico de que na região existe infecção em atividade. A incidência de fístula no palato em crianças é rara.

O objetivo deste artigo foi relatar um caso clínico de tratamento endodôntico radical realizado em molar superior decíduo com presença de fístula.


Paciente infantil, gênero feminino, 3 anos, apresentava inicialmente edema facial no lado esquerdo e dor de grande intensidade.

O dente 64 tinha uma restauração com recidiva de cárie e polpa necrosada com fístula no palato, levando ao diagnóstico de abscesso dentoalveolar agudo.

Veja Também: Quem são os mantenedores de espaço?

Foi feito como urgência cirurgia de acesso e localização dos condutos radiculares com uso de formocresol como medicação e o dente foi restaurado provisoriamente. Retorno após 7 dias, com sensível melhora do quadro clínico.

Com respeito às técnicas de manejo do comportamento infantil, na sequência foi realizado um eficiente preparo biomecânico e obturação com cimento de óxido de zinco e eugenol. A restauração definitiva foi feita com resina composta após 7 dias.

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° Nascimento JMQ, Resende GB, Silva MB. Tratamento endodôntico em molar decíduo com fístula no palato – relato de caso. Sci. 2014; 5(20):658-665

3/20/2020

Aplicação de radiografia digital na odontopediatria

Radiologia

A Odontologia está se desenvolvendo e se modernizando.

Os rápidos avanços em tecnologia digital causaram impacto significante na Odontologia, com a introdução da radiografia digital.

O propósito deste trabalho consiste em apresentar por meio de um estudo sobre a aplicação da radiologia digital na Odontopediatria, suas vantagens e desvantagens, sensores de captação de imagem, além de relacionar o potencial de diagnóstico desta com condições patológicas observadas na clínica, elucidando sua ampla utilização no paciente infantil.


Pode-se concluir que a radiografia digital é sem dúvida uma ferramenta de grande valia no diagnóstico odontológico.

Veja Também: Reabilitação estética e funcional em paciente com cárie severa da infância: relato de caso

O uso de pequenas doses de radiação para obtenção de imagens com valor diagnóstico é um dos maiores fatores para o emprego da radiologia digital, principalmente na Odontopediatria.

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periodicos.pucminas.br
Bruno César Ladeira Vidigal / Olívia dos Santos Silveira / Luciano Andrei Francio / Flávio Ricardo Manzi

3/17/2020

Técnicas de manejo comportamental não farmacológicas na ODONTOPEDIATRIA

Cirurgia Odontopediatria

É habitual, na vivência odontológica, deparar-se com variados tipos de comportamentos indesejados, gerados principalmente pelo medo, ansiedade, birra ou dor, interferindo no atendimento odontológico.

Nesses casos, o odontopediatra poderá utilizar técnicas de manejo comportamental não farmacológicas, auxiliando, assim, no tratamento do paciente infantil.


Entretanto, para que tais técnicas sejam mais efetivas, é necessário conhecer suas possíveis restrições quanto à faixa etária e perfil de cada criança, de modo a promover e estabelecer segurança e qualidade ao atendimento.

Este trabalho tem como objetivo revisar e discutir por meio de literaturas as técnicas de controle comportamental em odontopediatria.

Veja Também: DENTES DE LEITE: Como ajudar o seu bebê a aliviar as dores dos primeiros dentinhos?

Introdução : Embora a área odontológica tenha avançado consideravelmente ao passar dos anos, ainda existe a sensação indesejada relacionada ao medo/ansiedade e expectativa do paciente infantil.

No âmbito da odontopediatria, essa sensação pode ter uma proporção maior ou menor, de acordo com cada criança.

O comportamento de uma criança diante do profissional pode ser bastante imprevisível, levando-se em consideração que existem fatores psicológicos relevantes ao tratamento.

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°Rev. Odontol. Univ. Cid. São Paulo
°Técnicas de manejo comportamental não farmacológicas na odontopediatria
°Lívia Fernandes Pires da Silva / Nathalia de Carvalho Freire / Rodrigo Silva de Santana / José Massao Miasato

Reabilitação de dentes decíduos anteriores com o uso de pinos de fibra de vidro

PREVENÇÃO

Atualmente, o foco principal da Odontopediatria é oferecer aos pacientes uma conduta com ênfase à prevenção. Apesar disso, ainda observa-se a ocorrência de cárie de estabelecimento precoce, de evolução rápida, acometendo crianças de até 71 meses de idade.

Estas lesões envolvem principalmente os incisivos superiores, levando à grande destruição coronária e normalmente envolvimento pulpar destes elementos.

É importante ressaltar a importância das reabilitações restauradoras e protéticas para a saúde bucal do paciente, pois os dentes decíduos devem ser preservados até sua troca pelos dentes permanentes.


A destruição ou a perda precoce de dentes decíduos anteriores podem ocasionar inúmeras alterações tais como: perda da eficiência mastigatória, desvio no padrão de deglutição, distúrbios fonéticos, possíveis instalações de hábitos indesejáveis, perda de espaço e comprometimento estético, acarretando problemas no comportamento emocional da criança.

Em algumas situações, os recursos protéticos não podem ser aplicados diretamente nos dentes devido à extensa destruição coronária, tornando necessária a confecção de reforço intrarradicular que pode ser realizado com vários materiais, dentre eles: pinos metálicos, pinos de fio ortodôntico em forma de “alfa” ou “gama”, pinos FKG®, pinos metálicos com macro retenções, em resina composta, em resina composta com fita de polietileno, pinos de fibra de vidro e pinos confeccionados a partir da raiz de dentes naturais obtidos em Bancos de Dentes Humanos.

Veja Também: SAÚDE BUCAL : Primeira Consulta Odontopediatra

Depois de definido e instalado um tipo de reforço intrarradicular, é necessária a confecção de um munhão em resina composta e reabilitação da porção coronária com restaurações de resina composta confeccionadas de maneira direta ou indireta.

O planejamento reabilitador deve estar de acordo com as necessidades apresentadas pela criança, englobando não apenas o aspecto curativo e reabilitador, mas principalmente tendo enfoque preventivo com a educação e motivação do núcleo familiar para a manutenção da saúde bucal .

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Luciana Butini Oliveira / Luciana Faria Sanglard Peixoto / Cristina Giovanetti Del Conte Zardetto / Maria Salete Nahás Pires Corrêa, Marcia Turolla Wanderley

3/13/2020

Diagnóstico e Tratamento de Mucocele em Odontopediatria: Relato de Caso

Odontopediatria

Mucocele é um fenômeno de retenção de glândula salivar menor, ocasionado pela ruptura dos ductos excretores.

Esse fenômeno pode ser causado por trauma local, e geralmente a sua localização é mais freqüente no lábio inferior.

Clinicamente, aparecem como lesões nodulares, podendo ser exofíticas e pediculadas. Histologicamente, essa lesão pode ser classificada como fenômeno de extravasamento de mucoso ou cisto mucoso de retenção.


Os tratamentos propostos são a excisão total da lesão, a marsupialização, a criocirurgia, o laser e a micromarsupialização.

Relatar um caso clínico de mucocele por extravasamento de muco que se desenvolveu após um trauma no local.

Criança, com 7 anos de idade, compareceu a Clínica de Odontopediatria da Faculdade de Odontologia de Araçatuba, com queixa de aparecimento de uma lesão no lábio inferior há aproximadamente 40 dias.

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Ao exame clínico intra-bucal, observou-se que a lesão apresentava-se pediculada, nodular, fibrosa à palpação, medindo aproximadamente 2 cm de diâmetro, de coloração semelhante à mucosa circunjacente, superfície lisa, não-ulcerada e assintomática.

Como conduta clinica, optou-se pela exérese total da lesão. O exame histopatológico confirmou o diagnóstico clínico de mucocele.

Dada a frequência de aparecimento da mucocele na cavidade bucal, é de extrema importância que o profissional se familiarize com essa patologia (sua etiopatogenia e características clínicas), para alcançar um diagnóstico definitivo e realizar um plano de tratamento adequado.

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°archhealthinvestigation.com.br
°Diagnóstico e Tratamento de Mucocele em Odontopediatria: Relato de Caso
°Marcelle DANELON / Carolina Simonetti LODI / Carla Oliveira FAVRETTO / Marcelo Macedo CRIVELINI / Robson Frederico CUNHA / Alberto Carlos Botazzo DELBEM


MEDICINA ORAL : Principais tumores odontogênicos que podem acometer a cavidade bucal de crianças

Medicina Oral

O presente trabalho tem como objetivo descrever as características clínicas, radiográficas e histológicas dos principais tumores odontogênicos encontrados na cavidade bucal de crianças.

Essas lesões podem ser classificadas quanto ao comportamento biológico em hamartomas (odontoma e tumor odontogênico adenomatóide), neoplasias benignas (ameloblastoma, fibroma ameloblástico e mixoma odontogênico) e neoplasias malignas que são bastante raras e agressivas.

O tratamento de escolha, na maior parte dos casos, consiste na remoção cirúrgica da lesão, uma vez que a maioria dos tumores é de origem benigna.


INTRODUÇÃO Os tumores odontogênicos são lesões derivadas dos tecidos epitelial ou mesenquimal que fazem parte do complexo processo da odontogênese, e são classificados histologicamente de acordo com sua origem em epiteliais, mesenquimais ou mistos (Ochsenius et al., 2002).

A etiologia dessas alterações está relacionada a distúrbios no desenvolvimento dos dentes e estruturas associadas (Eversole 1971).

O tecido ósseo dos maxilares é a principal região afetada pelos tumores odontogênicos, embora sejam reconhecidas algumas formas periféricas dessas lesões (Regezi et al., 1978).

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São consideradas relativamente raras, uma vez que compreendem apenas 1% dos tumores maxilares (Regezi e Sciubba, 1993).

Os tumores odontogênicos são geralmente de crescimento lento e assintomático, e alguns deles apresentam predileção por idade, sexo e raça específicos (Assael, 1992).

De acordo com a literatura, os tumores odontogênicos também mostram variações geográficas na sua distribuição e freqüência, o que tem levado muitos autores a pesquisar a influência de fatores locais no seu desenvolvimento.

O comportamento biológico desse grupo de lesões varia desde hamartomas e neoplasias benignas a tumores raros, malignos e agressivos.

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°arquivos.cruzeirodosuleducacional.edu.br
°Revista de Odontologia da Universidade Cidade de São Paulo
°Francisco Wanderley Garcia de Paula e Silva / Alexandra Mussolino de Queiroz / Maria Cristina Borsatto / Paulo Nelson-Filho

3/12/2020

Reabilitação estética e funcional na primeira infância: relato de caso

Reabilitação

A perda precoce dos dentes decíduos pode ocorrer pela falta de diagnóstico e tratamento na fase inicial da cárie dentária.

O objetivo foi relatar o tratamento reabilitador estético e funcional de uma criança de 4 anos e 5 meses de idade, do gênero feminino, com cárie precoce da infância severa.

Durante a anamnese, além da queixa de dor nos dentes, notou-se apatia da criança e constrangimento da mesma ao falar e sorrir.


Ao exame clínico inicial, a paciente apresentou ausência dos dentes 55, 54, 75, 84 e 85; lesões de cárie ativa do 73 ao 83; lesões cariosas ativas extensas (53, 52, 51, 61, 62, 63, 64, 65, 74) e presença de fístula na região dos dentes 51 e 52.

Após o exame radiográfico, o tratamento proposto foi a realização da exodontia dos elementos dentários não passíveis de receber tratamento restaurador (53, 52, 51, 61, 62, 63, 64, 65, 74); restauração com resina composta do 73 ao 83; e posterior colocação de prótese total superior e prótese parcial inferior.

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Orientações sobre higiene bucal e dieta não-cariogênica foram realizadas em todas as etapas do tratamento para incentivar a criança e familiares à prática de hábitos saudáveis.

Diante do tratamento realizado, concluiu-se que a reabilitação estética-funcional recuperou as funções estéticas, fonéticas e mastigatórias da paciente; colaborando para a melhora da autoestima da criança o que gerou satisfação dos familiares.

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° Vanessa Benetello Dainezi / Luciana Tiemi Inagaki / Thais Varanda / Fernanda Miori Pascon / Regina Maria Puppin-Rontani

3/11/2020

Influência da expansão rápida da maxila na rizólise dos caninos decíduos usados como ancoragem

Ortodontia

Existe um consenso na literatura e entre os ortodontistas de que a má oclusão não representa uma característica exclusiva da dentadura permanente, estando presente também nos estágios que antecedem a maturidade oclusal.

A rigor, a preocupação com a questão se justifica, pois, como regra geral, a má oclusão estabelecida nos estágios precoces do desenvolvimento da oclusão, desde a dentadura decídua, não se corrige espontaneamente.

Isso quer dizer que, uma vez estabelecida, a má oclusão não tratada se perpetua até a maturidade oclusal.


Conclui-se, portanto, que a má oclusão está presente nos três estágios do desenvolvimento oclusal: dentaduras decídua, mista e permanente.

A deficiência transversal – que deforma o contorno do arco dentário superior, imprimindo-lhe uma morfologia mais triangular – representa um problema comum entre as más oclusões, independentemente do estágio do desenvolvimento oclusal.

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Tem indicação de tratamento precoce, desde a dentadura decídua, a partir dos 5 anos de idade, contanto que a deficiência estabeleça um erro na relação transversal interarcos, representado pela mordida cruzada posterior.

Portanto, a mordida cruzada posterior pode ser corrigida desde a dentadura decídua. A expansão rápida da maxila (ERM), na ausência de mordida cruzada posterior, pode ser realizada a partir da dentadura mista, com fins de ganho no perímetro do arco dentário superior para correção de apinhamento.

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scielo.br
Omar Gabriel da Silva Filho / Rodrigo Silva Caldas / Patrícia Zambonato de Freitas / Flávio Mauro Ferrari Junior