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Influência da expansão rápida da maxila na rizólise dos caninos decíduos usados como ancoragem

Ortodontia

Existe um consenso na literatura e entre os ortodontistas de que a má oclusão não representa uma característica exclusiva da dentadura permanente, estando presente também nos estágios que antecedem a maturidade oclusal.

A rigor, a preocupação com a questão se justifica, pois, como regra geral, a má oclusão estabelecida nos estágios precoces do desenvolvimento da oclusão, desde a dentadura decídua, não se corrige espontaneamente.

Isso quer dizer que, uma vez estabelecida, a má oclusão não tratada se perpetua até a maturidade oclusal.


Conclui-se, portanto, que a má oclusão está presente nos três estágios do desenvolvimento oclusal: dentaduras decídua, mista e permanente.

A deficiência transversal – que deforma o contorno do arco dentário superior, imprimindo-lhe uma morfologia mais triangular – representa um problema comum entre as más oclusões, independentemente do estágio do desenvolvimento oclusal.

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Tem indicação de tratamento precoce, desde a dentadura decídua, a partir dos 5 anos de idade, contanto que a deficiência estabeleça um erro na relação transversal interarcos, representado pela mordida cruzada posterior.

Portanto, a mordida cruzada posterior pode ser corrigida desde a dentadura decídua. A expansão rápida da maxila (ERM), na ausência de mordida cruzada posterior, pode ser realizada a partir da dentadura mista, com fins de ganho no perímetro do arco dentário superior para correção de apinhamento.

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scielo.br
Omar Gabriel da Silva Filho / Rodrigo Silva Caldas / Patrícia Zambonato de Freitas / Flávio Mauro Ferrari Junior

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