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A Ortodontia Intercetiva nas Deformidades Dento-Maxilares

ULOTOMIA

Existem más oclusões na criança, que quando abordadas precocemente pelo odontopediatra / ortodontista na fase de dentição decídua ou mista, são corrigidas e/ou minimizadas não se perpetuando na dentição permanente.

Pretende-se com este artigo alertar os pediatras para algumas dessas situações, nomeadamente os problemas resultantes dos hábitos de sucção não nutritivos, mordidas cruzadas e retrusão mandibular (com potencial de crescimento intrínseco), cuja intervenção precoce é determinante se aplicada no momento certo.

INTRODUÇÃO : Como parte da avaliação da cavidade oral de uma criança, os pediatras devem estar atentos à oclusão dentária, uma vez que as funções como a mastigação, deglutição, fala e a articulação temporomandibular são dependentes de uma oclusão adequada.


A má oclusão pode ser do tipo dentária ou esquelética (ao nível da maxila e/ou mandíbula), ou afectando ambas, podendo interferir com a função, prejudicar a estética dento-facial, afectando a auto-estima e aumentando a probabilidade de dano aos dentes.

Seguidamente será abordada alguma nomenclatura fundamental para o reconhecimento da má oclusão.

A má oclusão, descrita segundo a classificação de Angle, descreve a relação ântero-posterior da dentição: Oclusão Classe I - a cúspide mesiovestibular do primeiro molar permanente maxilar oclui com o sulco vestibular do primeiro molar permanente mandibular.

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Este posicionamento é necessário para se obter uma adequada relação inter-arcadas. Contudo numa má oclusão de Classe I a relação molar é normal, mas existem problemas de alinhamento dentário, tais como por exemplo apinhamentos e diastemas dentários, na maioria das vezes a nível anterior.

Classe II: o molar superior oclui mais anterior ou o molar inferior mais posterior em relação à posição de Classe I, ou ambos.

Classe III: o molar superior oclui mais posterior ou o molar inferior mais anterior em relação à posição de Classe I, ou ambos.

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Nascer e Crescer
Teresa Pinho

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